Rock, UPP, Futebol e Rio de Janeiro

Publicado: novembro 25, 2011 em Brasil
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Por Duff Mckagan

da ESPN.com

Eu gostaria de iluminar vocês todos com uma história com a qual eu me deparei na semana passada no Rio de Janeiro… e que tem muito a ver com esportes.

Seja você o fã de esportes que só enxerga os EUA como eu mesmo ou tem uma visão mais global de seu envolvimento como fã, eu acho que todos nós podemos concordar que quando chega a Copa do Mundo a cada quatro anos, todos nós prestamos atenção ao futebol. Se sua atenção não é muito despertada pelo esporte, então com certeza um pouco de orgulho nacional ou curiosidade em relação às notícias loucas e bizarras e os eventos que ocorrem em tal ocasião com certeza lhe chamarão a atenção – por exemplo, como apenas um país concentrou tantas prostitutas quando a Copa do Mundo de 2006 foi na Alemanha?

A próxima Copa do Mundo (2014) será no Brasil, e as maiores cidades, São Paulo e Rio de Janeiro têm os maiores estádios, e, portanto, serão o palco do mundo.

Nota pessoal: em idos de setembro de 1984, eu me mudei de Seattle pra Los Angeles. A data é importante somente porque a Olimpíada tinha acabado de acontecer em LA e os esforços pra limpar a sujeira e o crime daquela cidade para os Jogos pararam de ser lucrativos uma vez que os turistas saíram da cidade. Muitos dos policiais sumiram também, e quando eu cheguei a Hollywood, a cidade era mais uma vez um antro de vício, crime e gangues. Por mim tudo bem, porque eu era, porra, eu só tinha 19 anos e estava afim da aventura.

Praqueles que conhecem o Rio, vocês também devem saber das enormes favelas sem lei que brotam na lateral de um morro íngreme, parando não muito longe das praias de areias brancas como açúcar. Ela também é chamada de Rocinha e é notoriamente administrada por cartéis de traficantes ‘autogovernados’.

A cidade do Rio, por si própria, será a anfitriã dos jogos Olímpicos de 2016, e com toda essa grana entrando num país como o Brasil, que é uma das economias mais pragmáticas e que mais cresce no mundo atualmente, parecia que era chegada a hora do poder público tentasse mandar uma ‘Limpeza Olímpica à La 1984’ ou algo do tipo.

Para ser mais sucinto, eu achei essa pequena nota da (agência de notícias) Reuters no jornal local:

‘Tropas de Elite da polícia apoiadas por veículos militares e helicópteros invadiram a maior favela do Rio antes do amanhecer de Domingo, a mais ambiciosa operação já realizada em uma ofensiva que visa trazer segurança à cidade litorânea há muito conhecida pela violência. A ação na Rocinha é parte de uma campanha da polícia para extirpar as gangues de traficantes fortemente armados para for a das favelas da cidade, onde eles têm dominado o poder por décadas. As autoridades se comprometeram a continuar com o choque e estabilizar a segurança no Rio antes da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Os governantes estão contando com tais eventos para marcar a chegada do Brasil no hall das potências econômicas, políticas e culturais do globo. ’

Se a história se repetir, entretanto, nós provavelmente veremos um Rio de Janeiro seguro e limpo por alguns anos. Mas se você for um garoto de 19 anos em 2017, procurando por um lugar sombrio e agitado para começar uma banda, eu sugiro o Rio de Janeiro. Eu tenho certeza que muitos dos policiais já terão sumido, e mais uma vez a coisa vai pegar fogo, com certeza!

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Kaddaffi & Friends

Publicado: setembro 20, 2011 em Mundo
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Acordos clandestinos com regime de Kadafi constrangem CIA e MI6

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Os serviços de inteligência dos Estados Unidos e do Reino Unido colaboraram ativamente com Kadafi ao enviar suspeitos líbios para serem interrogados pela polícia secreta do ditador. Prática da tortura era conhecida.

Os documentos, descobertos por membros do governo de transição na Líbia e pesquisadores do Human Rights Watch durante uma varredura nos prédios oficiais líbios, mostram que ambos os serviços ocidentais de inteligência desenvolveram relações bastante estreitas com Kadafi. Essa cooperação acontecia, inclusive, antes de o ex-líder líbio ser reabilitado junto à comunidade internacional em 2004, quando prometeu ajudar o Ocidente na guerra contra o terrorismo e renunciar às armas nucleares.

As informações também mostram que a CIA usava a Líbia como local de “rendições especiais” desde 2002. Essa política norte-americana de “rendição” consiste em enviar supostos terroristas a outros países para interrogatórios. Os arquivos indicam que os Estados Unidos não só enviaram suspeitos à Líbia para serem ouvidos pela polícia secreta de Kadafi, mas também mandaram as perguntas a serem feitas.

“Depois do 9 de Setembro, a CIA parece que se envolveu em vários países do Norte da África com treinamento de forças e fornecimento de pequenas armas com a desculpa de parar a Al Qaeda e o terrorismo”, analisa Patrícia DeGennaro, professora de Segurança Internacional na Universidade de Nova York.

Segundo a pesquisadora, sabia-se da existência de campos de rendição em diversos países, inclusive no Marrocos. “Já que a Líbia estava isolada e despertava pouca atenção internacional, era fácil para a CIA usar essa localidade e não ser descoberta”, adiciona DeGennaro. “Ninguém no cenário internacional levou Kadafi a sério, então era pouco provável que alguém o questionasse sobre esses locais de rendições.”

A cooperação era tão profunda que o governo de George W. Bush considerou estabelecer “uma presença permanente” na Líbia, possivelmente uma prisão secreta administrada pela CIA ou um escritório clandestino da agência, onde suspeitos de terrorismo poderiam ficar presos e serem interrogados. Documentos mostram que essa “presença” foi especificada em 2004, depois do fim do isolamento diplomático de Kadafi.

Participação da CIA

Uma carta enviada pela CIA ao serviço de inteligência líbio, de 15 de abril de 2004, cita “o desenvolvimento de acordos recentes” entre os Estados Unidos e Líbia e pede aos líbios que “levem em consideração os requisitos norte-americanos para interrogatório” em relação a um suspeito terrorista não identificado. A correspondência também pede que os líbios “garantam que os direitos humanos do suspeito sejam protegidos” enquanto ele estiver detido.

Os documentos mostram que oito prisioneiros, no total, foram capturados e transportados em voos de “rendição” de volta para a Líbia entre 2004 e 2007, apesar de a cooperação entre Estados Unidos e Líbia ter continuado até 2009 – segundo informações vazadas pelo WikiLeaks. Ainda segundo as informações, senadores como John McCain e Joe Liebermann encontraram-se com Kadafi para assegurar ao ditador que os “Estados Unidos queriam fornecer à Líbia os equipamentos necessários para sua segurança.”

“Os Estados Unidos abandonaram essa relação com Kadafi quando o presidente Barack Obama assumiu”, diz DeGennaro.”Naquela época, Obama era contra esse ideia de rendição e pretendia fechar Guantánamo e acabar com a reputação de país que fazia uso da tortura, adquirida por meio de prisões clandestinas e detenções ilegais.”

Antes dessa mudança na administração, no entanto, a CIA consolidou sua presença e expandiu suas atividades na Líbia. Em outro documento de 2004, a agência norte-americana pede que o serviço de inteligência líbio permita que seus agentes questionem diversos cientistas iraquianos que viviam no país africano, numa tentativa de descobrir o destino das supostas armas de destruição em massa do Iraque. Outros dados mostram a crescente preocupação dos Estados Unidos com uma suposta célula “operacional” terrorista na Líbia, suspeita de manter contato com membros da Al Qaeda no Iraque.

O principal contato entre CIA e Líbia neste período de intensa cooperação parece ser Mussa Kussa, então chefe de inteligência e o principal suspeito de ter coordenado as atividades terroristas apoiadas pela Líbia nos anos de 1980.

Kussa, que deixou o governo de Kadafi em março último, aparece nos documentos como o principal aliado de Stephen Kappes, o segundo na hierarquia do serviço clandestino da CIA, e como negociador-chave do acordo nuclear de 2004 com a Líbia. Kussa também parece ter cultivado relações significativas com membros do serviço de inteligência britânico.

Acordo com MI5

Alguns documentos mostram que o serviço de segurança interno inglês, o MI5, negociou informações com cidadãos líbios opositores a Kadafi baseados no Reino Unido em troca de revelações feitas por terroristas suspeitos que estavam sendo questionados na Líbia sob a condição de “rendição extraordinária”.

Os ingleses conheciam bem a reputação da Líbia de torturar seus prisioneiros, mas pareciam não se preocupar com as práticas usadas para extrair informações que eles recebiam, o que sugere cumplicidade do Reino Unido.

O MI6, serviço britânico de inteligência externa, segundo os documentos, trabalhou com a CIA na entrega de terroristas suspeitos à Líbia, incluindo o comandante de segurança dos rebeldes líbios em Trípoli, Abdul Hakim Belhaj. Ele era um membro dissidente de liderança no LIFG, grupo armado islâmico líbio, e considera processar os governos norte-americano e inglês pelo suposto tratamento brutal. A LIFG é uma organização listada como grupo terrorista pelos Estados Unidos que teria ligações com a Al Qaeda.

Um documento registra uma conversa entre um oficial sênior do MI6 e um homólogo líbio, na qual o agente inglês elogia a maneira como os espiões do serviço britânico informaram ao serviço de inteligência norte-americano e líbio sobre os disfarces de Belhaj, o que possibilitou sua prisão em Bangkok, em 6 de março de 2004.

Belhaj alega que foi torturado pela CIA e que recebeu injeções de soro da verdade antes de ser colocado no voo de volta a Trípoli para um interrogatório, onde ele diz que foi primeiro interrogado pelo MI6 e, depois, passou a ficar sob custódia da Líbia.

“O MI6 estava buscando acesso aos detentos associados ao movimento jihadista na Líbia, na tentativa de obter informações sobre, primeiramente, suspeitos terroristas líbios conhecidos e, em segundo lugar, suspeitos terroristas de outras nacionalidades com os quais os líbios pudessem ter tido contato no Sudão, Argélia ou Afeganistão”, comenta Alia Brahimi, especialista em Oriente Médio e autor.

Em outra revelação embaraçosa para o Reino Unido, Saadi e Khamis Kadafi, filhos do ex-ditador, são convidados a visitar a sede do Serviço Aéreo Especial (SAS, do inglês), importante regimento das Forças Armadas inglesas, além do serviço homólogo da Marinha, SBS, em julho de 2006. Apesar do convite, a visita nunca aconteceu.

Os dois filhos de Kadafi iriam se encontrar com oficiais do alto escalão britânico durante a visita e havia conversas agendadas com representantes dos maiores fabricantes ingleses de armas durante a passagem deles pelo Reino Unido.

Tortura

Os documentos reveladores vêm à tona num momento em que os serviços de segurança britânicos estão sob crescente escrutínio, diante de uma investigação sobre o papel do Reino Unido em rendições forçadas e o conhecimento dos serviços de segurança sobre a prática da tortura e maus tratos a suspeitos de terrorismo.

O chamado inquérito Gibson, criado pelo juiz inglês Peter Gibson, anunciou que irá “considerar como parte do trabalho acusações de envolvimento do Reino Unido em entregas de suspeitos à Líbia” e que tem o apoio do primeiro-ministro, David Cameron. O líder britânico congratulou uma investigação mais ampla sobre as denúncias “significativas” de que o MI6 e MI5 teriam “se aproximado demais” da Líbia.

“O que essas organizações de inteligência fizeram foi ilegal e desumano. David Cameron está certo de começar uma investigação, o governo Obama e o Congresso norte-americano não deveriam hesitar em seguir esse exemplo”, comenta DeGennaro.

A especialista acredita que, “infelizmente, isso traria implicações para membros do Congresso e à antiga administração”, no caso dos Estados Unidos. “Senadores poderosos como John McCain, que provavelmente sabiam muito bem o que estava acontecendo, nunca permitiriam que uma investigação do tipo fosse feita”, conclui DeGennaro.

Autor do texto: Nick Amies
Revisão: Roselaine Wandscheer

Greves. Protestos de estudantes. Passeatas. Marchas. Distúrbios. Quebra-quebras. Surgem novas opções quase “não-letais” para persuadir uma multidão furiosa.

da AlterNet

1. O Raio Invisível da Dor: o Santo Graal do Contole de Multidões

Chamado ‘Sistema de Negação Ativa‘ é desenvolvido pelos militares americanos. Funciona lançando um raio eletromagnático na forma de ondas de alta frequência. Que nem um microondas que esquenta as moléculas de água na sua cozinha, esta aqui esquenta o sangue e frita até cérebros de multidões. Segundo portavoz dos militares: “No primeiro microsegundo, vc sente como se sua pele estivesse esquentando. Então se torna cada vez mais quente e você se sente como se estivesse em chamas… enquanto estiver no raio de ação das ondas.”
2. O Laser Atordoante
Chamado de “Travador Pessoal de Resposta Estimulada” (ou algo desse tipo), na sigla em inglês PHaSR é um tiro laser massivo. Tecnologia desenvolvida pela Junta de Armas Não-Letais  (JANL). Como funciona? Este laser não irá te matar, mas te deixará temporariamente cego. Multiplique por um milhão aqueles pequenos lasers que nos estádios de futebol brasileiros costumam usar no juiz e voilá, este é o PHaSR.
3. Uma ‘Doze’ Taser 
Taser produz a já conhecida pistola elétrica ou arma de mão para atordoar. A Guarda Municipal do Rio de Janeiro já está equipada com os ‘tasers’. Este aqui é o mesmo princípio mas um pouco diferente. Ao contrário de uma arma de mão, esta é uma DOZE. Um taser que tomou anabolisantes.

4. Calmante Controlador de Multidão

Apesar da Convenção de Armas Químicas de 1997 proibir o uso de agentes químicos, a JNLWP sempre considera o uso de  ‘calmantes’ tanto em uso militar como o de disperção de multidões. São desenvolvidos em diversas formas e estas armas não-letais podem ser administradas como spray, dardos ou bombas.

5. Microondas Racha-Cucas

Ainda em processo de desenvolvimento está a Mob Excess Deterrent Using Audio (ou melhor, M.E.D.U.S.A. da mitologia grega) que utiliza um estridente raio microondas que induz desconforto no crânio. O efeito no som do MEDUSA é alto o suficiente para incapacitar uma multidão. Pode até mesmo causar danos cerebrais. Como todas as outras armas, não é nada “não-letal”.

6. Sirene Explode-Ouvido

O Dispositivo Acústico de Longo Alcance construído pela American Technology Corporation funciona como uma sirene com um som absurdamente alto por centenas de kms e já foi usado nos protestos da reunião do G-20 em 2009. Primeiro usam como megafone para que acabem os protestos. Em caso de negativa, uma sirene “explode” os ouvidos dos manifestantes. E sim, pode danificar permanentemente os ouvidos. Em Israel existe o similar chamado Gerador de Trovão (Thunder Generator) que segundo relatos poderia causar até mesmo a morte.

A Vingança de Nikola Tesla

Publicado: agosto 16, 2011 em Uncategorized

Do The Economist

Transporte: O esforço da indústria automobilísticas para reduzir sua dependência de elementos raros levou a um revival de um tipo antiquado de motor elétrico

Baratos, pequenos e poderosos, motores e geradores de energia com ímãs permanentes viabilizaram turbinas de vento e veículos elétricos. Em eficiência, economia energética e autonomia já fazem  carros elétricos como o Tesla Roadster superarem os convencionais. O nome do carro é homenagem ao grande (e pouco conhecido) inventor.

 

Motor Diferente

 Mais baratos, menores e mais poderosos que os motores eletromagnéticos, motores com ímãs-magnéticos tornaram modernas turbinas de vento, solar e veículos elétricos viáveis. O metal Neodímio é o ingrediente chave para  super-ímãs permanentemente magnéticos. De símbolo químico Nd e de número atômico 60, o Neodímio é um terra-rara e divide atenção de países industriais com outros elementos, como o Nióbio. Abaixo vídeo-reportagem-supérfulo sobre interesse americano estratégico em riquezas brasileiras:

 

Sem caixa de câmbio

Entretanto a última grande construtora automobilística a buscar uma alternativa ao uso de terra-raras é a Toyota.  A maior montadora do mundo relatou ter encontrado uma solução para não usar o neodímio com o ‘Motor de Indução de Corrente Alternada’  (AC). Patenteado por Nikola Tesla em 1888, a incrível potência do motor de indução elimina a necessidade de uma caixa de câmbio convencional. O resultado é um motor mais leve, compacto e eficiente.

Satiagraha Leaks

Publicado: agosto 11, 2011 em Brasil, Política
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 ”A verdade é uma terra sem caminho

Krishnamurti

A Operação Satiagraha pode ser acessada em sua íntegra nestes links:

http://satiagrahaleaks.org/

http://ec2-184-73-118-201.compute-1.amazonaws.com/

http://lulzsecbrazil.org/policia-federal/

Leia também:

A Propina da BrOi foi para o Caixa Dois de Dilma?

A Grande Guerra Pela Liberdade na Internet

A Sociedade Serra/Dantas e o Livro que Nunca foi Lançado

O Lula Secreto

“Civilization will not last, freedom will not survive, peace will not be kept,

unless a very large majority of mankind unite together to defend them and show themselves

possessed of a constabulary power before which barbaric and atavistic forces will”

 Winston Churchil


Grande Guerra terá início a qualquer momento

Liberdade é ameaçada em todo ocidente livre

A MAFIAA ( MAFIAA™ – Music And Film Industry Association of America) conseguiu em poucos dias apoio da esquerda, direita e etcs e querem transformar a União Européia em uma China, com controle de conteúdo, censura prévia, etc.

Este é o inevitável início de uma GRANDE GUERRA da Internet, de um lado os autoritários fascistas e do outro os que lutam pela liberdade.

BRASIL também está nessa

Como reveleu o Wikileaks,
os EUA apóiam a idéia de que no BRASIL possa existir uma nova lei de MÍDIA como existe em outros países – nos moldes que se propõe a MAFIAA.

O governo brasileiro já sinaliza com esta idéia através dos PNDH ao mesmo tempo que recebe coro com membros da “oposição” tucanóidica, que apresenta projetos de controle e censura pela internet. Aqui tb a “esquerda” e “direita”, seguirão a MAFIAA.
Seguindo a sede pelo controle da população do Ato Patriota, o governo americano já se empenha em estratégias globais e um plano de defesa cibernética que inclui o uso até de força militar.

Facebook, Google e Yahoo

Já apresentaram modelos funcionais de como reprimir e censurar, além de terem suas databases nas mãos dos serviços de Inteligência esperando apenas o sinal positivo para a implantação do “Grande Firewall” – – e o mundo entrará definitivamente sob uma autoridade única GLOBALISTA – – uma Nova Era das TREVAS.
Em todo cyberspaço estão convocados para a luta contra os tiranos !

Foto do ainda jovem Al-Zawahiri

Ayman al-Zawahiri é egípcio e médico.

Considerado o mentor intelectual do Al Qaeda.

Considerado o verdadeiro cabeça do Al Qaeda.

Em 1981 começou sua carreira de terrorista ao matar o presidente egípcio.

Incluindo em seu currículo massacre de 70 turistas em um ônibus tb no Egito, em 1997.

Também organizou atentados a Mubarak (aliado dos EUA), o presidente recém deposto do Egito.

No ano 2000 estranhamente Zawahiri recebeu residência nos EUA pela Imigração e Serviço de Naturalização – algo praticamente impossível para muitos estrangeiros residentes na América.

E por onde anda Zawahiri?
Depois do massacre dos turistas em 97, Mubarak se referindo a Zawahiri disse: "Há pessoas que são sentenciadas como criminosos no Egito mas que mesmo assim vivem em liberdade em solo britânico."

Com o anúncia da morte de Osama este já foi nomeado pela grande mídia como seu sucessor.

Rede Globo acaba com o Clube dos 13

Publicado: fevereiro 24, 2011 em Brasil, Mídia
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Dívida é Escravidão

 

Sem chances de vencer um leilão para transmissão das próximas temporadas de futebol, a Globo pressionou clubes com grandes dívidas e assim pois fim ao Clube dos 13.

A CBF mais suja que pau-de-galinheiro, com medo de reportagens-ataques é outra submetida aos interesses da Rede Globo.

O jogo sujo político mais uma vez fala mais alto.

LEIA TAMBÉM:

A corrupta e poderosa CBF

Novos escândalos envolvendo CBF

 

 

A Orgia de Berlusconi, quadro de William Hogarth, 2010

 

 

da Tribuna da Imprensa

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 | 05:10

Desonrado, humilhado, envergonhando o país e o mundo, Berlusconi será finalmente julgado pela Justiça. No dia 6 de abril. Enquanto isso, mergulha o país numa crise PROSTITUCIONAL.

Helio Fernandes

Não sei há quantos anos escrevo sobre Berlusconi, e sempre chamando-o de corrupto, o maior não só da Itália, mas do mundo. Fez fortuna de todas as formas. Possível e impossível.

No Parlamentarismo, lógico, pluripartidário, ficou longe da política durante algum tempo, até que se convenceu: da mesma forma como comprava empresas, podia comprar parlamentares, e se eleger Primeiro-Ministro.

Antes já havia comprado todos os canais particulares de televisão, ficou absoluto. Eleito Primeiro-Ministro (perdão, tendo comprado o cargo), assumiu também, subrepticiamente, que palavra, o controle dos três canais estatais.

De 2001 a 2003, resolveu fazer o que chamou de “limpeza jornalística”, demitiu, nos canais estatais, todos os que se opunham a ele. Aconteceu o que era presumível: um dos baluartes do capitalismo, que é o emprego, jogou amigos contra amigos, correligionários contra correligionários. E os que resistiram, humilhados, abandonados, ridicularizados. E desempregados.

A crise não passou dos subterrâneos políticos e principalmente parlamentares e jornalísticos. Já vinha de longe, a Itália sempre ocupou posição de “destaque” nesse ranking melancólico que conhecemos muito bem. Só que por mais surpreendente que possa parecer, a corrupção na Itália sempre foi maior, bem maior do que no Brasil.

Surgiu então a famosa “Operação Mãos Limpas”, comandada por juízes acima de qualquer suspeita. Foi antes de Berlusconi, mas “alimentando” o surgimento desse “berlusconismo”. (Como no excelente filme sobre Al Capone, feito em 1932, com o grande Paul Muni no papel principal. Se chamou “Al Capone, vergonha de uma nação”. Agora, bastava mudar o primeiro nome do personagem).

Nessa crise de 2001 a 2003, Berlusconi se fortaleceu. Como ninguém pode viver sem emprego, que é a grande alavanca do capitalismo, os líderes da resistência recebiam “solidariedade” de amigos da véspera, que diziam, aparentemente convictos: “Estamos com  você”. Só que não estavam , não podiam estar sem serem condenados pela suposta omissão, pela não participação na resistência.

Como enfrentar o regime que se fortalecia com a corrupção? E Berlusconi, sem caráter, sem escrúpulos, sem convicções, cujo único Deus e Senhor era e é o dinheiro, atacou logo as fontes de empregos.

O que atingiu o alvo, em profundidade e com impacto. Como chegar em casa e dizer à mulher e filhos: “Perdi o emprego”. E explicar que lutava pela moralidade, dignidade, credibilidade, representatividade, palavras ou valores que não têm o menor trânsito nos supermercados?

Nesse período, alguns jornalistas resistentes e incorruptíveis, conseguiram fazer dois excelentes documentários, que não tinham mercado na Itália, não conseguiam ser exibidos em lugar algum. Até a BBC de Londres (que está acima de governos, lutou e venceu a ditatorialíssima Margaret Thatcher) não exibiu coisa alguma.

Só em 2005 quebraram a perseguição, mas Berlusconi já era Primeiro-Ministro. Controlava (comprava) tudo, as televisões particulares (dele) e as estatais (dominadas pelo “seu governo”), não deixou que saísse nada no país. Os documentários ficaram inéditos.

Toda vez que eu ia a Roma, arranjava tempo para ir ver o belo projeto de Oscar Niemeyer para a “Casa Mondadori” (a maior editora da Itália). Berlusconi comprou a Editora, lógico, com seu extraordinário projeto. Passei a dar voltas, para não ficar em perto;

Ia então à pequena igreja de “San Pietro in Vincoli”, onde estava, quase escondida, a escultura de Moisés feita por Michelangelo, genial. Hoje está na catedral de San Lorenzo, assombra milhões de pessoas. A mesmo humanidade que produz calhordas e corruptos como Berlusconi, cria e engrandece outros, como Michelangelo e Niemeyer.

Por causa do prazer insuperável e insustentável por “menininhas de menoridade”, quase foi derrubado num voto de confiança, que a maioria ocasional da oposição, permitiu. Mas essa maioria também não queria mesmo derrubar Berlusconi e sim negociar.

Essa negociação levou anos, mas chegaram a um preço razoável para comprador e vendedor. Voltou a ser Primeiro-Ministro, desandou, desavergonhou, desabrochou como um público admirador das filhas dos outros. Tentaram derrubá-lo, ganhou por três votos.

***

PS – Agora, em 6 de abril, será julgado não por parlamentares e sim por juízas. Coincidência: por um tribunal composto por três mulheres.

PS2 – Guardemos na memória, na mente e no coração, essa data que esperamos, passe a ser inesquecível. E isso, com a condenação e a perda do cargo, para sempre.

PS3 – Enquanto os países do mundo árabe lutam pela liberdade que jamais tiveram, rezemos para que consigam.

PS4 – As ditaduras de até 40 anos (como a de Kadafi) foram estabelecidas pelos ocidentais. Que ainda preferem Kadafi por mais 40 anos. Foi o primeiro que atirou no povo. Matando fisicamente e suprimindo a internet, isolando o país.

 


A cooperação promete ser maior do que a antiga OTAN de 60 anos atrás , incluindo juntas de forças expedicionárias. Inglaterra e França assinaram novo acordo de cooperação militar válido por 50 anos.  O primeiro ministro David Cameron e o presidente Nicolas Sarcozy assinaram em Londres o acordo.

Em manobras táticas de treinamento caças ingleses F-35C irão fazer operações a partir do porta-aviões francês Charles de Gaulle.

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