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O Ano da Tempestade

Publicado: fevereiro 9, 2012 em Mundo
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“Nós sobrevivemos à tempestade, meu velho; e em muitas outras mais, nós navegaremos.”  

Moby Dick, Herman Melville

do blog do ThePirateBay 

2012 é o ano da tempestade.

The Pirate Bay completa 9 anos.  Experimentando invasões, espionagem e ameaças de morte, ainda estamos aqui.  Fomos ao Inferno e retornamos, e isto nos fez mais fortes do que nunca.

As pessoas que administram o site tem sido mudadas ao longo dos anos. Nenhum pessoa sã iria aturar este tipo de pressão por 8 anos consecutivos.  Um passatempo louco que nos tira tempo com nossas famílias, nosso trabalho (sorry boss!) e nossos estudos.

O que compromete todos nós é acreditarmos fortemente que o que estamos fazendo é bom. Que é algo que um dia poderemos contar aos nossos netos com orgulho. Pessoas de todo o mundo confirmam isso. Nós lemos depoimentos de pessoas na Síria que anseiam a liberdade, agradecendo o que nós fornecemos. Recebemos mais de 100 visitas diárias da Coréia do Norte e nós temos certeza que eles necessitam disso.  Se há algo que trará paz a este mundo é a compreensão e compaixão pelo próximo. Qual melhor maneira do que esta, com uma vasta biblioteca cultural?

Dito isso, ouvimos no noticiário que os nossos antigos administradores receberam um veredito na Suécia. Nossos 3 amigos e irmãos de sangue foram sentenciados a prisão. Isto talvez soe pior do que é. Sendo que nenhum deles vive mais na Suécia, não irão para cadeia. Eles são tão livres hoje como eram ontem.

Mas o que nos enfurece desde o âmago da nossa existência é que o sistema, o império, os governos, ainda estão autorizados à tentar ser seu e nosso chefe com uma lei mais louca que a outra. Você acha que eles irão parar com o SOPA/ACTA/PIPA? Eles não irão. Pois vocês não irão parar de compartilhar estes arquivos. Pois nós não iremos recuar. Pois ninguém pode voltar no tempo. Juntos, nós somos o ferro que fica mais duro a cada ataque.

Neste ano da tempestade, os vencedores construirão moinhos de vento e os perdedores construirão abrigos. Então flexionem seus músculos, caros piratas, e deem poder à todos nós! Construam mais sites! Mais redes! Mais protocolos! Gritem mais alto do que nunca e levem isto para o próximo nível!

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Publicado: fevereiro 1, 2012 em Mundo
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Da Tribuna da Imprensa

O comentarista Sergio Caldieri nos envia esse interessante e inquietante artigo, informando que no Centro de Fontes Públicas da CIA já se cruzam mais de 5 milhões de mensagens por dia.

 

Néstor García Iturbe

Os modernos meios de comunicação  são uma benção para a espionagem. A CIA quer que cada pessoa no mundo tenha uma conta no Facebook ou Twitter para estender a caracterização e compreensão de cada um de nós.
O que é que estes instrumentos dão à agência de espionagem? Ao abrir suas informações da conta, são passados vários dados pessoais e não apenas o nome, apelido e endereço. Para “facilitar” o poder de expandir seus relacionamentos e encontrar amigos que desde a infância não tenha ouvido falar deles, também devemos informar a escola onde estudamos, os países visitados, gostos pessoais, esportes que você jogar, tipo de literatura que você lê, entretenimento, música e até  mesmo a comida que mais gosta.

Você começa a entrar em contato com os amigos, relacionamentos-chave e família. Troca mensagens com eles, fornece mais informações sobre você, seu passado, suas aspirações, e até mesmo critérios e comentários sobre o lugar político, social e econômica em seu país, na pessoa a que você stá escrevendo, ou no mundo.

Uma verdadeira bênção, que facilita o trabalho de caracterização da CIA e coloca em suas mãos um volume de informação impossível de obter por outros meios de inteligência.

O Centro de Fontes Públicas da CIA (Open Sources Center) está localizado em McLean, Virginia. É um edifício de tijolos de vários andares, que não se destaca do resto dos prédios que o rodeiam, muitas características semelhantes. A diferença é que neste edifício são interceptados mais de 5 milhões de mensagens diárias que circulam nas redes Facebook e Twitter.

O Centro, sob a direção de Doug Naquin, analista sênior da CIA, tem mais de 800 empregados, computadores de alta velocidade, grandes servidores para o armazenamento. Existe um corpo de tradutores para aqueles que recebem informações em chinês, árabe ou outra língua que não seja regularmente falada  nos Estados Unidos.

Um grupo de trabalho dentro do Centro é responsável por monitorar a imprensa, televisão e rádio, tanto nos EUA como em países prioritários. Este grupo também estuda relatórios de agências internacionais e outros centros de pesquisa sobre questões e situações que foram identificados e fazem parte do acompanhamento a ser realizado.

Embora a maioria do pessoal esteja na Virginia, há muitos desses analistas espalhados pelo mundo e que trabalham em embaixadas dos EUA, especialmente em países prioritários, a fim de estar mais perto da realidade que deve ser relatada.

Os informes mais importantes são incorporados ao relatório diário do Centro (Briefing Intelligence Daily), para que o diretor da Inteligência Nacional repasse ao presidente Obama as informações que tenham maior interesse político-estratégico.

Quando o presidente, em um de seus discursos, fala sobre situações que têm sido priorizadas, o Centro é colocado em alerta para fazer um diagnóstico através do Facebook e do Twitter sobre a reação às palavras de Obama na internet e transmiti-la no dia seguinte. É o admirável mundo novo em ação.

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Informações do The Telegraph

Militares ingleses estão sendo treinados em táticas de controle de revoltas. É esperado que violência e saques retornem as ruas britânicas neste verão.

Centenas de soldados do terceiro Batalhão do Regimento de Paraquedismo na última semana passaram a treinar como conter e prender “anti-globalistas” em uma série de exercícios que se espelham nos acontecimentos do último verão.

“Aprender como lidar com situações de ordem pública é uma nova técnica para um desafio e um rumo extremamente realista,” disse o Major Richard Todd, um oficial em comando dos treinamentos. “Muitos não são diferentes do que o Exército Romano costumava fazer, com soldados altamente disciplinados avançando protegidos por escudos.”

O Exército Romano se especializou em acabar com revoltas de escravos e insurreições na Inglaterra, Gália, Germania, Judéia e outros “buracos-quentes” do Império.

Tropas especializadas serão cada vez mais requisitadas conforme a crise econômica acelera, seja no velho continente ou nos EUA.

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Por Gordon Duff

No mês passado um blefe conspiratório deu uma mágica revelação sobre o 11 de setembro.

Richard Clark apontou o dedo para o ex-diretor da CIA, George Tenet, declarando que a CIA “permitiu” aos sequestradores operarem livrementes no 11/09.

A lógica? Tenet e a CIA tinham planos de “usá-los” de alguma forma, talvez transformá-los em agentes duplos ou até mesmo agentes triplos. O que há de errado com este quadro?

Eu me sinto como se estivesse dando um passo atrás no tempo.

É 1963 e Lee Oswald, técnico da Marinha, espião russo, agente da CIA, pró-Castro, ativista anti-Castro, com apenas um tiro acertado no presidente Kennedy, em seis tentativas, sendo três tiros disparados por três diferentes direções, matou Kennedy e feriu o governador do Texas John Connelly, enquanto Oswald estava em uma sala de jantar lotada de testemunhas.

Não obstante o fato do rifle estar com sua mira quebrada ou Oswald ter matado um policial com um revolver cujo calibre eram diferentes da munição encontrada (a “super” pistola semi-automática Colt), o mito do “atirador solitário” ainda permanece.

Agora estamos tendo mais do mesmo com o 11/09. Posso dizer “não obstante” novamente?

Mesmo se alguém fosse acreditar que milhares de toneladas de aço vaporizados magicamente com alguns litros de querosene, a estória das “Torres Gêmeas”, o 11/09 desmoronou anos atrás, quando a própria Comissão de Investigação distanciou-se de suas próprias conclusões as taxando como “fraude”.

Então, sólidos e irrevogáveis fatos vieram, o Edifício 7 foi uma implosão controlada, algo que exige meses de preparação, mas noticiadamente feito em 20 minutos.

O outro elo fraco, o Pentágono, um ataque com mísseis: nenhuma aeronave poderia ter feito isso, já há muito provado, nenhum piloto seria capaz, nenhum avião poderia ter realizado tal manobra, não há destroços alguns em um dia e apenas alguns pedaços “novinhos” no outro.

Passado isto, desvendamos o drama do voo 93, as chamadas telefônicas, o assalto a cabine, tudo inventado, não foram feitas nenhuma ligação, tudo invenção.

Mais seriamente, a ideia de sequestradores também se desfez.  Não havia provas que eles existissem além de algumas pequenas evidências, obviamente plantadas e fortes reivindicações nunca comprovadas, nunca seguidas de provas concretas.

Não existiram sequestradores, nada de arabes armados com estiletes com treinamento “Cessna” melhor que instrutores de Top Gun. Foi tudo armado, tudo-tudo.

Após 10 anos de mentiras, de torturas, de trilhões de dólares roubados, da América no Afeganistão o maior cartel de drogas que sempre sonharam, 10 anos de contos de fadas e agora, de repente, Richard Clark, fraco, infame e “filhinho da mamãe” aponta o dedo a Geroge Tenet.

O diretor da CIA sempre foi odiado pela Casa Branca de Bush, alguém mantido nas sombras, deixado de lado por Cheney [vice de G.W.Bush] em sua “privatização”, um perfeito otário.

Com o aniversário de 10 anos, cada vez mais a mão de Israel é vista no 11/09, não apenas em websites de conspiração ou de “antisemitas”, mas de analistas.

A história “atualizada”: Israel usaria seus agentes sobre todo o território dos EUA, que estariam “fazendo sombra” aos sequestradores enquanto outros, equipe após equipe, estariam em Nova York, reconhecidamente informando os avanços dos ataques, “documentando”.

O problema aqui, todo relatório confiável vindo do “marco zero” diz que as explosões começaram ANTES dos aviões acertarem qualquer coisa, então explosão seguida de explosão. Filmagens mostram as explosões. Evidência forenses mostram explosivos. Evidências sísmicas mostram explosivos.

Então temos Richard Clarke, anos depois, falando sobre sequestradores novamente, as ligações telefônicas que nunca aconteceram, os pilotos mágicos, os aviões impossíveis.

Por que Clarke?

Normalmente, histórias como estas, histórias promovendo acobertamentos, histórias de “teoria de jogos”, vem de Julian Assange e Wikileaks. Sempre o mesmo, esmola demais o santo desconfia. Wikileaks?

Traficar complôs contra Irã e Israel usando sujeira recolhida dos EUA, não é tarefa difícil lá,  cuidadosamente “semeado” como Zbigniew Brzezinski  disse em dezembro de 2010, com informações pontuais de uma agência de inteligência.

Wikileaks é Mossad e os “amigos” do Wikileaks são “hasbara”, os ajudantes que servem as agências de inteligência de Israel.

Mas o Wikileaks deu com os burro n’águas, tão obviamente que se tornou uma piada.

Agora tudo que restou para vender a história dos sequestradores com estiletes é enfraquecer Richard Clarke, uma figura menor, no planejamento do 11/09, um “pateta” da Casa Branca apontando seu dedo para o pobre Geroge Tenet, o diretor da CIA que nunca dirigiu a CIA.

Tudo isso, é claro, este teatro barato, encobrindo Israel, encobrindo Bush, encobrindo Cheney e Rumsfeld, por Rove e Ashcroft, por Gonzales, por Mike Harari.

Usando Clarke, “Sr. Cabeça de Batata”, para vender o pobre George Tenet como mandante do crime do século, tudo que posso dizer é: Boa sorte!

O escritor Alan Moore  foi entrevistado pela  Honest Publishing  entre os diversos tópicos abordados esteve a controversa postagem em blog por Frank Miller sobre o Movimento Occupy (leia clicando aqui). Eis o trecho da entrevista:

“Bem, Frank Miller é alguém cujo trabalho eu mal olhei nos últimos 20 anos. Eu achei Sin City  um lance de misoginia ultrapassada, 300 me pareceu ser praticamente anistórico, homofóbico e completamente equivocado. Eu acho que provavelmente houve um sentimento aparentemente bastante desagradável no trabalho de Frank Miller por um bom tempo.

Já que eu não tenho nada a ver com a indústria de quadrinhos, eu não tenho nada a ver com as pessoas nela. Eu ouvi sobre os últimos desabafos [de Frank Miller] sobre o movimento Occupy. É o que eu esperava dele. Sempre me pareceu que a maior parte das pessoas no campo de quadrinhos, se tivesse que colocá-las em sua orientação política, você diria que são centro-direita. Isso seria até o extremo do espectro liberal. Eu nunca estive nesta de forma alguma, eu nem sei se eu sou de centro-esquerda. Eu fui sincero sobre isso desde o início da minha carreira. Então sim, eu acho que seria justo dizer que eu e Frank Miller temos pontos de vista diametralmente opostos sobre todos os tipos de coisas e certamente sobre o movimento Occupy.

Não imagino um motivo de a população ter que ficar parada ao ver uma redução brusca nos padrões de vida, possivelmente por algumas gerações, enquanto as pessoas que causaram isso estão sendo recompensadas. Elas não estão sendo punidas, pois são grandes demais para falhar. Acho que o movimento Ocuppy é, de certa forma,as pessoas dizendo que elas deveriam ser aqueles a decidir quem é grande demais. É um grito de indignação moral completamente justificado e parece estar sendo conduzido de maneira inteligente e não violenta. Essa é, provavelmente, outra razão pela qual Frank Miller não está satisfeito. Tenho certeza que, se fossem um grupo de jovens vigilantes sociopatas, com a máscara do Batman em seus rostos, ele estaria a favor. Definitivamente, temos que concordar em discordar nesse caso.”

(…)

“Acredito que a necessidade é de uma solução radical, com isso quero dizer desde as raízes. Todo o nosso pensamento político me parece ser baseado em preceitos medievais. Estas coisas,  já não tem funcionado particularmente bem a quinhentos ou seiscentos anos atrás.  Suas formas ligeiramente modificadas não são nada adequadas a rápida mudança territorial do século XXI.

Precisamos rever a maneira com que pensamos sobre o dinheiro, precisamos rever a forma que pensamos sobre quem está comandando o show. Como um anarquista, acredito que o poder deve ser dado ao povo, às pessoas cujas vidas estão realmente sendo afetadas. Não é mais bom o suficiente ter um grupo de pessoas que controlam nossos destinos. A única razão deles terem o poder é porque eles controlam a moeda. Eles não têm autoridade moral e, de fato, eles demonstram o oposto de autoridade moral. ”

Alan Moore

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ANARQUIA

ANARQUIA

Publicado: novembro 26, 2011 em Mundo
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Todo mundo tem sido politicamente educado demais sobre este verdadeiro nonsense:

O movimento “Occupy”, seja ocorrendo em Wall Street ou nas ruas de Oakland (do qual foi, com indizível covardia, abraçado) é nada mais nada menos que um bando de paspalhos, ladrões, e  estupradores, uma máfia indisciplinada, alimentada pela nostalgia da Era Woodstock de putrida e falsa justiça. Estes palhaços não servem para nada a não ser ferrar com a América.

O “Occupy”  é apenas uma desajeitada, pobremente expressa tentativa de anarquia, digerida como um “movimento”, HAH! De “movimento” só se for “intestinal” – é só  mais daquele discurso feio démodé de crianças mimadas empunhando um monte de iPhones, iPads e que deveriam parar de entrar no meio do caminho do povo que trabalha e encontrar um emprego de verdade para elas mesmas.

Isso não é uma revolta popular. Isso é lixo. E deus lá sabe que eles estão despejando seu lixo – tão político quanto físico – de todo jeito que podem.

Acordem, amebas! A América está em guerra contra um implacável inimigo.

Talvez, entre indas e vindas entre auto-comiseração e narcisismo extremo dentro de seus casulos, vocês  tenham ouvido falar de termos como al-Qaeda e Islamicismo.

E este meu inimigo – não o de vocês, aparentemente – deve estar dando uma sombria risada , se não uma estrondosa gargalhada – do seu vã, infantil, auto-destrutivo espetáculo.

Em nome da decência, vão para casa de seus pais, seus bandos de losers. Vão pro porão da casa das suas mamãezinhas e joguem seus World of Warcraft.

Ou melhor ainda, se alistem na parada real. Talvez os militares possam botar alguns de vocês na linha.

Eles talvez não permitam que vocês bebês fiquem com seus iPhones, no entanto. Tentem marchar soldados!

Idiotas!

Frank  Miller

ATUALIZAÇÃO vídeo inacreditável de ação de um psicopolicial em manifestação em universidade americana da Califórnia

 

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Publicado: setembro 20, 2011 em Mundo
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Acordos clandestinos com regime de Kadafi constrangem CIA e MI6

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Os serviços de inteligência dos Estados Unidos e do Reino Unido colaboraram ativamente com Kadafi ao enviar suspeitos líbios para serem interrogados pela polícia secreta do ditador. Prática da tortura era conhecida.

Os documentos, descobertos por membros do governo de transição na Líbia e pesquisadores do Human Rights Watch durante uma varredura nos prédios oficiais líbios, mostram que ambos os serviços ocidentais de inteligência desenvolveram relações bastante estreitas com Kadafi. Essa cooperação acontecia, inclusive, antes de o ex-líder líbio ser reabilitado junto à comunidade internacional em 2004, quando prometeu ajudar o Ocidente na guerra contra o terrorismo e renunciar às armas nucleares.

As informações também mostram que a CIA usava a Líbia como local de “rendições especiais” desde 2002. Essa política norte-americana de “rendição” consiste em enviar supostos terroristas a outros países para interrogatórios. Os arquivos indicam que os Estados Unidos não só enviaram suspeitos à Líbia para serem ouvidos pela polícia secreta de Kadafi, mas também mandaram as perguntas a serem feitas.

“Depois do 9 de Setembro, a CIA parece que se envolveu em vários países do Norte da África com treinamento de forças e fornecimento de pequenas armas com a desculpa de parar a Al Qaeda e o terrorismo”, analisa Patrícia DeGennaro, professora de Segurança Internacional na Universidade de Nova York.

Segundo a pesquisadora, sabia-se da existência de campos de rendição em diversos países, inclusive no Marrocos. “Já que a Líbia estava isolada e despertava pouca atenção internacional, era fácil para a CIA usar essa localidade e não ser descoberta”, adiciona DeGennaro. “Ninguém no cenário internacional levou Kadafi a sério, então era pouco provável que alguém o questionasse sobre esses locais de rendições.”

A cooperação era tão profunda que o governo de George W. Bush considerou estabelecer “uma presença permanente” na Líbia, possivelmente uma prisão secreta administrada pela CIA ou um escritório clandestino da agência, onde suspeitos de terrorismo poderiam ficar presos e serem interrogados. Documentos mostram que essa “presença” foi especificada em 2004, depois do fim do isolamento diplomático de Kadafi.

Participação da CIA

Uma carta enviada pela CIA ao serviço de inteligência líbio, de 15 de abril de 2004, cita “o desenvolvimento de acordos recentes” entre os Estados Unidos e Líbia e pede aos líbios que “levem em consideração os requisitos norte-americanos para interrogatório” em relação a um suspeito terrorista não identificado. A correspondência também pede que os líbios “garantam que os direitos humanos do suspeito sejam protegidos” enquanto ele estiver detido.

Os documentos mostram que oito prisioneiros, no total, foram capturados e transportados em voos de “rendição” de volta para a Líbia entre 2004 e 2007, apesar de a cooperação entre Estados Unidos e Líbia ter continuado até 2009 – segundo informações vazadas pelo WikiLeaks. Ainda segundo as informações, senadores como John McCain e Joe Liebermann encontraram-se com Kadafi para assegurar ao ditador que os “Estados Unidos queriam fornecer à Líbia os equipamentos necessários para sua segurança.”

“Os Estados Unidos abandonaram essa relação com Kadafi quando o presidente Barack Obama assumiu”, diz DeGennaro.”Naquela época, Obama era contra esse ideia de rendição e pretendia fechar Guantánamo e acabar com a reputação de país que fazia uso da tortura, adquirida por meio de prisões clandestinas e detenções ilegais.”

Antes dessa mudança na administração, no entanto, a CIA consolidou sua presença e expandiu suas atividades na Líbia. Em outro documento de 2004, a agência norte-americana pede que o serviço de inteligência líbio permita que seus agentes questionem diversos cientistas iraquianos que viviam no país africano, numa tentativa de descobrir o destino das supostas armas de destruição em massa do Iraque. Outros dados mostram a crescente preocupação dos Estados Unidos com uma suposta célula “operacional” terrorista na Líbia, suspeita de manter contato com membros da Al Qaeda no Iraque.

O principal contato entre CIA e Líbia neste período de intensa cooperação parece ser Mussa Kussa, então chefe de inteligência e o principal suspeito de ter coordenado as atividades terroristas apoiadas pela Líbia nos anos de 1980.

Kussa, que deixou o governo de Kadafi em março último, aparece nos documentos como o principal aliado de Stephen Kappes, o segundo na hierarquia do serviço clandestino da CIA, e como negociador-chave do acordo nuclear de 2004 com a Líbia. Kussa também parece ter cultivado relações significativas com membros do serviço de inteligência britânico.

Acordo com MI5

Alguns documentos mostram que o serviço de segurança interno inglês, o MI5, negociou informações com cidadãos líbios opositores a Kadafi baseados no Reino Unido em troca de revelações feitas por terroristas suspeitos que estavam sendo questionados na Líbia sob a condição de “rendição extraordinária”.

Os ingleses conheciam bem a reputação da Líbia de torturar seus prisioneiros, mas pareciam não se preocupar com as práticas usadas para extrair informações que eles recebiam, o que sugere cumplicidade do Reino Unido.

O MI6, serviço britânico de inteligência externa, segundo os documentos, trabalhou com a CIA na entrega de terroristas suspeitos à Líbia, incluindo o comandante de segurança dos rebeldes líbios em Trípoli, Abdul Hakim Belhaj. Ele era um membro dissidente de liderança no LIFG, grupo armado islâmico líbio, e considera processar os governos norte-americano e inglês pelo suposto tratamento brutal. A LIFG é uma organização listada como grupo terrorista pelos Estados Unidos que teria ligações com a Al Qaeda.

Um documento registra uma conversa entre um oficial sênior do MI6 e um homólogo líbio, na qual o agente inglês elogia a maneira como os espiões do serviço britânico informaram ao serviço de inteligência norte-americano e líbio sobre os disfarces de Belhaj, o que possibilitou sua prisão em Bangkok, em 6 de março de 2004.

Belhaj alega que foi torturado pela CIA e que recebeu injeções de soro da verdade antes de ser colocado no voo de volta a Trípoli para um interrogatório, onde ele diz que foi primeiro interrogado pelo MI6 e, depois, passou a ficar sob custódia da Líbia.

“O MI6 estava buscando acesso aos detentos associados ao movimento jihadista na Líbia, na tentativa de obter informações sobre, primeiramente, suspeitos terroristas líbios conhecidos e, em segundo lugar, suspeitos terroristas de outras nacionalidades com os quais os líbios pudessem ter tido contato no Sudão, Argélia ou Afeganistão”, comenta Alia Brahimi, especialista em Oriente Médio e autor.

Em outra revelação embaraçosa para o Reino Unido, Saadi e Khamis Kadafi, filhos do ex-ditador, são convidados a visitar a sede do Serviço Aéreo Especial (SAS, do inglês), importante regimento das Forças Armadas inglesas, além do serviço homólogo da Marinha, SBS, em julho de 2006. Apesar do convite, a visita nunca aconteceu.

Os dois filhos de Kadafi iriam se encontrar com oficiais do alto escalão britânico durante a visita e havia conversas agendadas com representantes dos maiores fabricantes ingleses de armas durante a passagem deles pelo Reino Unido.

Tortura

Os documentos reveladores vêm à tona num momento em que os serviços de segurança britânicos estão sob crescente escrutínio, diante de uma investigação sobre o papel do Reino Unido em rendições forçadas e o conhecimento dos serviços de segurança sobre a prática da tortura e maus tratos a suspeitos de terrorismo.

O chamado inquérito Gibson, criado pelo juiz inglês Peter Gibson, anunciou que irá “considerar como parte do trabalho acusações de envolvimento do Reino Unido em entregas de suspeitos à Líbia” e que tem o apoio do primeiro-ministro, David Cameron. O líder britânico congratulou uma investigação mais ampla sobre as denúncias “significativas” de que o MI6 e MI5 teriam “se aproximado demais” da Líbia.

“O que essas organizações de inteligência fizeram foi ilegal e desumano. David Cameron está certo de começar uma investigação, o governo Obama e o Congresso norte-americano não deveriam hesitar em seguir esse exemplo”, comenta DeGennaro.

A especialista acredita que, “infelizmente, isso traria implicações para membros do Congresso e à antiga administração”, no caso dos Estados Unidos. “Senadores poderosos como John McCain, que provavelmente sabiam muito bem o que estava acontecendo, nunca permitiriam que uma investigação do tipo fosse feita”, conclui DeGennaro.

Autor do texto: Nick Amies
Revisão: Roselaine Wandscheer

Greves. Protestos de estudantes. Passeatas. Marchas. Distúrbios. Quebra-quebras. Surgem novas opções quase “não-letais” para persuadir uma multidão furiosa.

da AlterNet

1. O Raio Invisível da Dor: o Santo Graal do Contole de Multidões

Chamado ‘Sistema de Negação Ativa‘ é desenvolvido pelos militares americanos. Funciona lançando um raio eletromagnático na forma de ondas de alta frequência. Que nem um microondas que esquenta as moléculas de água na sua cozinha, esta aqui esquenta o sangue e frita até cérebros de multidões. Segundo portavoz dos militares: “No primeiro microsegundo, vc sente como se sua pele estivesse esquentando. Então se torna cada vez mais quente e você se sente como se estivesse em chamas… enquanto estiver no raio de ação das ondas.”
2. O Laser Atordoante
Chamado de “Travador Pessoal de Resposta Estimulada” (ou algo desse tipo), na sigla em inglês PHaSR é um tiro laser massivo. Tecnologia desenvolvida pela Junta de Armas Não-Letais  (JANL). Como funciona? Este laser não irá te matar, mas te deixará temporariamente cego. Multiplique por um milhão aqueles pequenos lasers que nos estádios de futebol brasileiros costumam usar no juiz e voilá, este é o PHaSR.
3. Uma ‘Doze’ Taser 
Taser produz a já conhecida pistola elétrica ou arma de mão para atordoar. A Guarda Municipal do Rio de Janeiro já está equipada com os ‘tasers’. Este aqui é o mesmo princípio mas um pouco diferente. Ao contrário de uma arma de mão, esta é uma DOZE. Um taser que tomou anabolisantes.

4. Calmante Controlador de Multidão

Apesar da Convenção de Armas Químicas de 1997 proibir o uso de agentes químicos, a JNLWP sempre considera o uso de  ‘calmantes’ tanto em uso militar como o de disperção de multidões. São desenvolvidos em diversas formas e estas armas não-letais podem ser administradas como spray, dardos ou bombas.

5. Microondas Racha-Cucas

Ainda em processo de desenvolvimento está a Mob Excess Deterrent Using Audio (ou melhor, M.E.D.U.S.A. da mitologia grega) que utiliza um estridente raio microondas que induz desconforto no crânio. O efeito no som do MEDUSA é alto o suficiente para incapacitar uma multidão. Pode até mesmo causar danos cerebrais. Como todas as outras armas, não é nada “não-letal”.

6. Sirene Explode-Ouvido

O Dispositivo Acústico de Longo Alcance construído pela American Technology Corporation funciona como uma sirene com um som absurdamente alto por centenas de kms e já foi usado nos protestos da reunião do G-20 em 2009. Primeiro usam como megafone para que acabem os protestos. Em caso de negativa, uma sirene “explode” os ouvidos dos manifestantes. E sim, pode danificar permanentemente os ouvidos. Em Israel existe o similar chamado Gerador de Trovão (Thunder Generator) que segundo relatos poderia causar até mesmo a morte.

“Civilization will not last, freedom will not survive, peace will not be kept,

unless a very large majority of mankind unite together to defend them and show themselves

possessed of a constabulary power before which barbaric and atavistic forces will”

 Winston Churchil


Grande Guerra terá início a qualquer momento

Liberdade é ameaçada em todo ocidente livre

A MAFIAA ( MAFIAA™ – Music And Film Industry Association of America) conseguiu em poucos dias apoio da esquerda, direita e etcs e querem transformar a União Européia em uma China, com controle de conteúdo, censura prévia, etc.

Este é o inevitável início de uma GRANDE GUERRA da Internet, de um lado os autoritários fascistas e do outro os que lutam pela liberdade.

BRASIL também está nessa

Como reveleu o Wikileaks,
os EUA apóiam a idéia de que no BRASIL possa existir uma nova lei de MÍDIA como existe em outros países – nos moldes que se propõe a MAFIAA.

O governo brasileiro já sinaliza com esta idéia através dos PNDH ao mesmo tempo que recebe coro com membros da “oposição” tucanóidica, que apresenta projetos de controle e censura pela internet. Aqui tb a “esquerda” e “direita”, seguirão a MAFIAA.
Seguindo a sede pelo controle da população do Ato Patriota, o governo americano já se empenha em estratégias globais e um plano de defesa cibernética que inclui o uso até de força militar.

Facebook, Google e Yahoo

Já apresentaram modelos funcionais de como reprimir e censurar, além de terem suas databases nas mãos dos serviços de Inteligência esperando apenas o sinal positivo para a implantação do “Grande Firewall” – – e o mundo entrará definitivamente sob uma autoridade única GLOBALISTA – – uma Nova Era das TREVAS.
Em todo cyberspaço estão convocados para a luta contra os tiranos !