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O Ano da Tempestade

Publicado: fevereiro 9, 2012 em Mundo
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“Nós sobrevivemos à tempestade, meu velho; e em muitas outras mais, nós navegaremos.”  

Moby Dick, Herman Melville

do blog do ThePirateBay 

2012 é o ano da tempestade.

The Pirate Bay completa 9 anos.  Experimentando invasões, espionagem e ameaças de morte, ainda estamos aqui.  Fomos ao Inferno e retornamos, e isto nos fez mais fortes do que nunca.

As pessoas que administram o site tem sido mudadas ao longo dos anos. Nenhum pessoa sã iria aturar este tipo de pressão por 8 anos consecutivos.  Um passatempo louco que nos tira tempo com nossas famílias, nosso trabalho (sorry boss!) e nossos estudos.

O que compromete todos nós é acreditarmos fortemente que o que estamos fazendo é bom. Que é algo que um dia poderemos contar aos nossos netos com orgulho. Pessoas de todo o mundo confirmam isso. Nós lemos depoimentos de pessoas na Síria que anseiam a liberdade, agradecendo o que nós fornecemos. Recebemos mais de 100 visitas diárias da Coréia do Norte e nós temos certeza que eles necessitam disso.  Se há algo que trará paz a este mundo é a compreensão e compaixão pelo próximo. Qual melhor maneira do que esta, com uma vasta biblioteca cultural?

Dito isso, ouvimos no noticiário que os nossos antigos administradores receberam um veredito na Suécia. Nossos 3 amigos e irmãos de sangue foram sentenciados a prisão. Isto talvez soe pior do que é. Sendo que nenhum deles vive mais na Suécia, não irão para cadeia. Eles são tão livres hoje como eram ontem.

Mas o que nos enfurece desde o âmago da nossa existência é que o sistema, o império, os governos, ainda estão autorizados à tentar ser seu e nosso chefe com uma lei mais louca que a outra. Você acha que eles irão parar com o SOPA/ACTA/PIPA? Eles não irão. Pois vocês não irão parar de compartilhar estes arquivos. Pois nós não iremos recuar. Pois ninguém pode voltar no tempo. Juntos, nós somos o ferro que fica mais duro a cada ataque.

Neste ano da tempestade, os vencedores construirão moinhos de vento e os perdedores construirão abrigos. Então flexionem seus músculos, caros piratas, e deem poder à todos nós! Construam mais sites! Mais redes! Mais protocolos! Gritem mais alto do que nunca e levem isto para o próximo nível!

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Publicado: fevereiro 1, 2012 em Mundo
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Da Tribuna da Imprensa

O comentarista Sergio Caldieri nos envia esse interessante e inquietante artigo, informando que no Centro de Fontes Públicas da CIA já se cruzam mais de 5 milhões de mensagens por dia.

 

Néstor García Iturbe

Os modernos meios de comunicação  são uma benção para a espionagem. A CIA quer que cada pessoa no mundo tenha uma conta no Facebook ou Twitter para estender a caracterização e compreensão de cada um de nós.
O que é que estes instrumentos dão à agência de espionagem? Ao abrir suas informações da conta, são passados vários dados pessoais e não apenas o nome, apelido e endereço. Para “facilitar” o poder de expandir seus relacionamentos e encontrar amigos que desde a infância não tenha ouvido falar deles, também devemos informar a escola onde estudamos, os países visitados, gostos pessoais, esportes que você jogar, tipo de literatura que você lê, entretenimento, música e até  mesmo a comida que mais gosta.

Você começa a entrar em contato com os amigos, relacionamentos-chave e família. Troca mensagens com eles, fornece mais informações sobre você, seu passado, suas aspirações, e até mesmo critérios e comentários sobre o lugar político, social e econômica em seu país, na pessoa a que você stá escrevendo, ou no mundo.

Uma verdadeira bênção, que facilita o trabalho de caracterização da CIA e coloca em suas mãos um volume de informação impossível de obter por outros meios de inteligência.

O Centro de Fontes Públicas da CIA (Open Sources Center) está localizado em McLean, Virginia. É um edifício de tijolos de vários andares, que não se destaca do resto dos prédios que o rodeiam, muitas características semelhantes. A diferença é que neste edifício são interceptados mais de 5 milhões de mensagens diárias que circulam nas redes Facebook e Twitter.

O Centro, sob a direção de Doug Naquin, analista sênior da CIA, tem mais de 800 empregados, computadores de alta velocidade, grandes servidores para o armazenamento. Existe um corpo de tradutores para aqueles que recebem informações em chinês, árabe ou outra língua que não seja regularmente falada  nos Estados Unidos.

Um grupo de trabalho dentro do Centro é responsável por monitorar a imprensa, televisão e rádio, tanto nos EUA como em países prioritários. Este grupo também estuda relatórios de agências internacionais e outros centros de pesquisa sobre questões e situações que foram identificados e fazem parte do acompanhamento a ser realizado.

Embora a maioria do pessoal esteja na Virginia, há muitos desses analistas espalhados pelo mundo e que trabalham em embaixadas dos EUA, especialmente em países prioritários, a fim de estar mais perto da realidade que deve ser relatada.

Os informes mais importantes são incorporados ao relatório diário do Centro (Briefing Intelligence Daily), para que o diretor da Inteligência Nacional repasse ao presidente Obama as informações que tenham maior interesse político-estratégico.

Quando o presidente, em um de seus discursos, fala sobre situações que têm sido priorizadas, o Centro é colocado em alerta para fazer um diagnóstico através do Facebook e do Twitter sobre a reação às palavras de Obama na internet e transmiti-la no dia seguinte. É o admirável mundo novo em ação.

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Informações do The Telegraph

Militares ingleses estão sendo treinados em táticas de controle de revoltas. É esperado que violência e saques retornem as ruas britânicas neste verão.

Centenas de soldados do terceiro Batalhão do Regimento de Paraquedismo na última semana passaram a treinar como conter e prender “anti-globalistas” em uma série de exercícios que se espelham nos acontecimentos do último verão.

“Aprender como lidar com situações de ordem pública é uma nova técnica para um desafio e um rumo extremamente realista,” disse o Major Richard Todd, um oficial em comando dos treinamentos. “Muitos não são diferentes do que o Exército Romano costumava fazer, com soldados altamente disciplinados avançando protegidos por escudos.”

O Exército Romano se especializou em acabar com revoltas de escravos e insurreições na Inglaterra, Gália, Germania, Judéia e outros “buracos-quentes” do Império.

Tropas especializadas serão cada vez mais requisitadas conforme a crise econômica acelera, seja no velho continente ou nos EUA.

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AFIRMO que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional. Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos.

Afirmo ser obrigação do Congresso Nacional declarar prontamente o impedimento do presidente. As provas acumuladas de seu envolvimento em crimes de responsabilidade podem ainda não bastar para assegurar sua condenação em juízo. Já são, porém, mais do que suficientes para atender ao critério constitucional do impedimento. Desde o primeiro dia de seu mandato o presidente desrespeitou as instituições republicanas. Imiscuiu-se, e deixou que seus mais próximos se imiscuíssem, em disputas e negócios privados. E comandou, com um olho fechado e outro aberto, um aparato político que trocou dinheiro por poder e poder por dinheiro e que depois tentou comprar, com a liberação de recursos orçamentários, apoio para interromper a investigação de seus abusos.

Afirmo que a aproximação do fim de seu mandato não é motivo para deixar de declarar o impedimento do presidente, dados a gravidade dos crimes de responsabilidade que ele cometeu e o perigo de que a repetição desses crimes contamine a eleição vindoura. Quem diz que só aos eleitores cabe julgar não compreende as premissas do presidencialismo e não leva a Constituição a sério.

Afirmo que descumpririam seu juramento constitucional e demonstrariam deslealdade para com a República os mandatários que, em nome de lealdade ao presidente, deixassem de exigir seu impedimento. No regime republicano a lealdade às leis se sobrepõe à lealdade aos homens.

Afirmo que o governo Lula fraudou a vontade dos brasileiros ao radicalizar o projeto que foi eleito para substituir, ameaçando a democracia com o veneno do cinismo. Ao transformar o Brasil no país continental em desenvolvimento que menos cresce, esse projeto impôs mediocridade aos que querem pujança.

Afirmo que o presidente, avesso ao trabalho e ao estudo, desatento aos negócios do Estado, fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância, mostrou-se inapto para o cargo sagrado que o povo brasileiro lhe confiou.

Afirmo que a oposição praticada pelo PSDB é impostura. Acumpliciados nos mesmos crimes e aderentes ao mesmo projeto, o PT e o PSDB são hoje as duas cabeças do mesmo monstro que sufoca o Brasil. As duas cabeças precisam ser esmagadas juntas.

Afirmo que as bases sociais do governo Lula são os rentistas, a quem se transferem os recursos pilhados do trabalho e da produção, e os desesperados, de quem se aproveitam, cruelmente, a subjugação econômica e a desinformação política. E que seu inimigo principal são as classes médias, de cuja capacidade para esclarecer a massa popular depende, mais do que nunca, o futuro da República.

Afirmo que a repetição perseverante dessas verdades em todo o país acabará por acender, nos corações dos brasileiros, uma chama que reduzirá a cinzas um sistema que hoje se julga intocável e perpétuo.

Afirmo que, nesse 15 de novembro, o dever de todos os cidadãos é negar o direito de presidir as comemorações da proclamação da República aos que corromperam e esvaziaram as instituições republicanas.

Mangabeira Unger*

*Mangabeira Unger de Harvard, aluno do embaixador americano no Brasil na Operação Brother Sam publicou este artigo meses antes de integrar o Governo Lula em um super-ministério (uma cadeira de lobbysta dentro do Palácio do Planalto) – a “Carta ao Povo Brasileiro” não era suficiente a Washignton e era necessária mais uma garantia. Mangabeira Unger foi esta garantia.

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Documentos revelam que Governo dos EUA gastaram mais de 100 milhões de dólares apenas no último ano em financiamento de separatismo em toda Amazônia.

Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID sigla em inglês) age em cooperação com a CIA em trabalhos de inteligência para desestabilização de governos não alinhados com as políticas dos EUA.

USAID é patrocinadora direta da DemocracyCentre, Avaaz e Amazon Watch, três principais ONGs fundadas por interesses norte-americanos (Rockefellers, Fundação David e Lucile Packard, Fundação Ford, George Soros só para citar alguns) que lideram campanhas internacionais em toda Amazônia, seja em Belo Monte no Brasil ou na Bolívia, Equador e Venezuela.

O principal interesse está na privatização de florestas, a expansão de combustível fóssil e em pequenos territórios  autônomos. Tudo através de (esmolas) compensações financeiras recebidas diretamente para os habitantes em troca de “emissão de carbono”.  É chamada esta política de  REDD (Redução de Emissões por Desflorestamento e Degradação).

No vídeo abaixo chefe Yawalapiti líder do Alto Xingu fala sobre a manipulação. Natureza, florestas e indígenas estão a venda?

Mais das metade da reserva mundial de lítio está na amazônia boliviana. O lítio está presente em 90% dos notebooks, 80% dos celulares, nas baterias dos carros híbridos.

 A Bolívia recentemente passou por distúrbios orquestrados para desestabilizar o governo. Morales sobreviveu aos protestos e anunciou que “O Acordo do Povo”, criado na Conferência Mundial de Mudanças Climáticas e Direitos da Mãe Terra servirá para guiar futuras decisões como estas.
Em documentos do WikiLeaks é demonstrada preocupação dos EUA em minérios raros no Brasil. Veja reportagem (ridícula) abaixo:

Documentos da ABIN (convenientemente vazados) mostram que uma das ONGs contra a usina de Belo Monte, a Xingu Vivo é financiada pela mesma Amazon Watch, (e esta por sua vez pela USAID.)

Belo Monte é um projeto megalomaníaco da Era militar e parte da política do Governo Roussef de “sub-imperialismo”, um Estado de oligopólios industriais com financiamento estatal.

Além disso Belo Monte é luta territorial. É força. Mais do que a terceira maior hidroelétrica do mundo, é símbolo de soberania nacional em uma área cobiçada pelo estrangeiro por deter as maiores riquezas do planeta Terra.

Por Gordon Duff

No mês passado um blefe conspiratório deu uma mágica revelação sobre o 11 de setembro.

Richard Clark apontou o dedo para o ex-diretor da CIA, George Tenet, declarando que a CIA “permitiu” aos sequestradores operarem livrementes no 11/09.

A lógica? Tenet e a CIA tinham planos de “usá-los” de alguma forma, talvez transformá-los em agentes duplos ou até mesmo agentes triplos. O que há de errado com este quadro?

Eu me sinto como se estivesse dando um passo atrás no tempo.

É 1963 e Lee Oswald, técnico da Marinha, espião russo, agente da CIA, pró-Castro, ativista anti-Castro, com apenas um tiro acertado no presidente Kennedy, em seis tentativas, sendo três tiros disparados por três diferentes direções, matou Kennedy e feriu o governador do Texas John Connelly, enquanto Oswald estava em uma sala de jantar lotada de testemunhas.

Não obstante o fato do rifle estar com sua mira quebrada ou Oswald ter matado um policial com um revolver cujo calibre eram diferentes da munição encontrada (a “super” pistola semi-automática Colt), o mito do “atirador solitário” ainda permanece.

Agora estamos tendo mais do mesmo com o 11/09. Posso dizer “não obstante” novamente?

Mesmo se alguém fosse acreditar que milhares de toneladas de aço vaporizados magicamente com alguns litros de querosene, a estória das “Torres Gêmeas”, o 11/09 desmoronou anos atrás, quando a própria Comissão de Investigação distanciou-se de suas próprias conclusões as taxando como “fraude”.

Então, sólidos e irrevogáveis fatos vieram, o Edifício 7 foi uma implosão controlada, algo que exige meses de preparação, mas noticiadamente feito em 20 minutos.

O outro elo fraco, o Pentágono, um ataque com mísseis: nenhuma aeronave poderia ter feito isso, já há muito provado, nenhum piloto seria capaz, nenhum avião poderia ter realizado tal manobra, não há destroços alguns em um dia e apenas alguns pedaços “novinhos” no outro.

Passado isto, desvendamos o drama do voo 93, as chamadas telefônicas, o assalto a cabine, tudo inventado, não foram feitas nenhuma ligação, tudo invenção.

Mais seriamente, a ideia de sequestradores também se desfez.  Não havia provas que eles existissem além de algumas pequenas evidências, obviamente plantadas e fortes reivindicações nunca comprovadas, nunca seguidas de provas concretas.

Não existiram sequestradores, nada de arabes armados com estiletes com treinamento “Cessna” melhor que instrutores de Top Gun. Foi tudo armado, tudo-tudo.

Após 10 anos de mentiras, de torturas, de trilhões de dólares roubados, da América no Afeganistão o maior cartel de drogas que sempre sonharam, 10 anos de contos de fadas e agora, de repente, Richard Clark, fraco, infame e “filhinho da mamãe” aponta o dedo a Geroge Tenet.

O diretor da CIA sempre foi odiado pela Casa Branca de Bush, alguém mantido nas sombras, deixado de lado por Cheney [vice de G.W.Bush] em sua “privatização”, um perfeito otário.

Com o aniversário de 10 anos, cada vez mais a mão de Israel é vista no 11/09, não apenas em websites de conspiração ou de “antisemitas”, mas de analistas.

A história “atualizada”: Israel usaria seus agentes sobre todo o território dos EUA, que estariam “fazendo sombra” aos sequestradores enquanto outros, equipe após equipe, estariam em Nova York, reconhecidamente informando os avanços dos ataques, “documentando”.

O problema aqui, todo relatório confiável vindo do “marco zero” diz que as explosões começaram ANTES dos aviões acertarem qualquer coisa, então explosão seguida de explosão. Filmagens mostram as explosões. Evidência forenses mostram explosivos. Evidências sísmicas mostram explosivos.

Então temos Richard Clarke, anos depois, falando sobre sequestradores novamente, as ligações telefônicas que nunca aconteceram, os pilotos mágicos, os aviões impossíveis.

Por que Clarke?

Normalmente, histórias como estas, histórias promovendo acobertamentos, histórias de “teoria de jogos”, vem de Julian Assange e Wikileaks. Sempre o mesmo, esmola demais o santo desconfia. Wikileaks?

Traficar complôs contra Irã e Israel usando sujeira recolhida dos EUA, não é tarefa difícil lá,  cuidadosamente “semeado” como Zbigniew Brzezinski  disse em dezembro de 2010, com informações pontuais de uma agência de inteligência.

Wikileaks é Mossad e os “amigos” do Wikileaks são “hasbara”, os ajudantes que servem as agências de inteligência de Israel.

Mas o Wikileaks deu com os burro n’águas, tão obviamente que se tornou uma piada.

Agora tudo que restou para vender a história dos sequestradores com estiletes é enfraquecer Richard Clarke, uma figura menor, no planejamento do 11/09, um “pateta” da Casa Branca apontando seu dedo para o pobre Geroge Tenet, o diretor da CIA que nunca dirigiu a CIA.

Tudo isso, é claro, este teatro barato, encobrindo Israel, encobrindo Bush, encobrindo Cheney e Rumsfeld, por Rove e Ashcroft, por Gonzales, por Mike Harari.

Usando Clarke, “Sr. Cabeça de Batata”, para vender o pobre George Tenet como mandante do crime do século, tudo que posso dizer é: Boa sorte!

O escritor Alan Moore  foi entrevistado pela  Honest Publishing  entre os diversos tópicos abordados esteve a controversa postagem em blog por Frank Miller sobre o Movimento Occupy (leia clicando aqui). Eis o trecho da entrevista:

“Bem, Frank Miller é alguém cujo trabalho eu mal olhei nos últimos 20 anos. Eu achei Sin City  um lance de misoginia ultrapassada, 300 me pareceu ser praticamente anistórico, homofóbico e completamente equivocado. Eu acho que provavelmente houve um sentimento aparentemente bastante desagradável no trabalho de Frank Miller por um bom tempo.

Já que eu não tenho nada a ver com a indústria de quadrinhos, eu não tenho nada a ver com as pessoas nela. Eu ouvi sobre os últimos desabafos [de Frank Miller] sobre o movimento Occupy. É o que eu esperava dele. Sempre me pareceu que a maior parte das pessoas no campo de quadrinhos, se tivesse que colocá-las em sua orientação política, você diria que são centro-direita. Isso seria até o extremo do espectro liberal. Eu nunca estive nesta de forma alguma, eu nem sei se eu sou de centro-esquerda. Eu fui sincero sobre isso desde o início da minha carreira. Então sim, eu acho que seria justo dizer que eu e Frank Miller temos pontos de vista diametralmente opostos sobre todos os tipos de coisas e certamente sobre o movimento Occupy.

Não imagino um motivo de a população ter que ficar parada ao ver uma redução brusca nos padrões de vida, possivelmente por algumas gerações, enquanto as pessoas que causaram isso estão sendo recompensadas. Elas não estão sendo punidas, pois são grandes demais para falhar. Acho que o movimento Ocuppy é, de certa forma,as pessoas dizendo que elas deveriam ser aqueles a decidir quem é grande demais. É um grito de indignação moral completamente justificado e parece estar sendo conduzido de maneira inteligente e não violenta. Essa é, provavelmente, outra razão pela qual Frank Miller não está satisfeito. Tenho certeza que, se fossem um grupo de jovens vigilantes sociopatas, com a máscara do Batman em seus rostos, ele estaria a favor. Definitivamente, temos que concordar em discordar nesse caso.”

(…)

“Acredito que a necessidade é de uma solução radical, com isso quero dizer desde as raízes. Todo o nosso pensamento político me parece ser baseado em preceitos medievais. Estas coisas,  já não tem funcionado particularmente bem a quinhentos ou seiscentos anos atrás.  Suas formas ligeiramente modificadas não são nada adequadas a rápida mudança territorial do século XXI.

Precisamos rever a maneira com que pensamos sobre o dinheiro, precisamos rever a forma que pensamos sobre quem está comandando o show. Como um anarquista, acredito que o poder deve ser dado ao povo, às pessoas cujas vidas estão realmente sendo afetadas. Não é mais bom o suficiente ter um grupo de pessoas que controlam nossos destinos. A única razão deles terem o poder é porque eles controlam a moeda. Eles não têm autoridade moral e, de fato, eles demonstram o oposto de autoridade moral. “

Alan Moore

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Publicado: novembro 26, 2011 em Mundo
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Todo mundo tem sido politicamente educado demais sobre este verdadeiro nonsense:

O movimento “Occupy”, seja ocorrendo em Wall Street ou nas ruas de Oakland (do qual foi, com indizível covardia, abraçado) é nada mais nada menos que um bando de paspalhos, ladrões, e  estupradores, uma máfia indisciplinada, alimentada pela nostalgia da Era Woodstock de putrida e falsa justiça. Estes palhaços não servem para nada a não ser ferrar com a América.

O “Occupy”  é apenas uma desajeitada, pobremente expressa tentativa de anarquia, digerida como um “movimento”, HAH! De “movimento” só se for “intestinal” – é só  mais daquele discurso feio démodé de crianças mimadas empunhando um monte de iPhones, iPads e que deveriam parar de entrar no meio do caminho do povo que trabalha e encontrar um emprego de verdade para elas mesmas.

Isso não é uma revolta popular. Isso é lixo. E deus lá sabe que eles estão despejando seu lixo – tão político quanto físico – de todo jeito que podem.

Acordem, amebas! A América está em guerra contra um implacável inimigo.

Talvez, entre indas e vindas entre auto-comiseração e narcisismo extremo dentro de seus casulos, vocês  tenham ouvido falar de termos como al-Qaeda e Islamicismo.

E este meu inimigo – não o de vocês, aparentemente – deve estar dando uma sombria risada , se não uma estrondosa gargalhada – do seu vã, infantil, auto-destrutivo espetáculo.

Em nome da decência, vão para casa de seus pais, seus bandos de losers. Vão pro porão da casa das suas mamãezinhas e joguem seus World of Warcraft.

Ou melhor ainda, se alistem na parada real. Talvez os militares possam botar alguns de vocês na linha.

Eles talvez não permitam que vocês bebês fiquem com seus iPhones, no entanto. Tentem marchar soldados!

Idiotas!

Frank  Miller

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Publicado: novembro 25, 2011 em Brasil
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Por Duff Mckagan

da ESPN.com

Eu gostaria de iluminar vocês todos com uma história com a qual eu me deparei na semana passada no Rio de Janeiro… e que tem muito a ver com esportes.

Seja você o fã de esportes que só enxerga os EUA como eu mesmo ou tem uma visão mais global de seu envolvimento como fã, eu acho que todos nós podemos concordar que quando chega a Copa do Mundo a cada quatro anos, todos nós prestamos atenção ao futebol. Se sua atenção não é muito despertada pelo esporte, então com certeza um pouco de orgulho nacional ou curiosidade em relação às notícias loucas e bizarras e os eventos que ocorrem em tal ocasião com certeza lhe chamarão a atenção – por exemplo, como apenas um país concentrou tantas prostitutas quando a Copa do Mundo de 2006 foi na Alemanha?

A próxima Copa do Mundo (2014) será no Brasil, e as maiores cidades, São Paulo e Rio de Janeiro têm os maiores estádios, e, portanto, serão o palco do mundo.

Nota pessoal: em idos de setembro de 1984, eu me mudei de Seattle pra Los Angeles. A data é importante somente porque a Olimpíada tinha acabado de acontecer em LA e os esforços pra limpar a sujeira e o crime daquela cidade para os Jogos pararam de ser lucrativos uma vez que os turistas saíram da cidade. Muitos dos policiais sumiram também, e quando eu cheguei a Hollywood, a cidade era mais uma vez um antro de vício, crime e gangues. Por mim tudo bem, porque eu era, porra, eu só tinha 19 anos e estava afim da aventura.

Praqueles que conhecem o Rio, vocês também devem saber das enormes favelas sem lei que brotam na lateral de um morro íngreme, parando não muito longe das praias de areias brancas como açúcar. Ela também é chamada de Rocinha e é notoriamente administrada por cartéis de traficantes ‘autogovernados’.

A cidade do Rio, por si própria, será a anfitriã dos jogos Olímpicos de 2016, e com toda essa grana entrando num país como o Brasil, que é uma das economias mais pragmáticas e que mais cresce no mundo atualmente, parecia que era chegada a hora do poder público tentasse mandar uma ‘Limpeza Olímpica à La 1984’ ou algo do tipo.

Para ser mais sucinto, eu achei essa pequena nota da (agência de notícias) Reuters no jornal local:

‘Tropas de Elite da polícia apoiadas por veículos militares e helicópteros invadiram a maior favela do Rio antes do amanhecer de Domingo, a mais ambiciosa operação já realizada em uma ofensiva que visa trazer segurança à cidade litorânea há muito conhecida pela violência. A ação na Rocinha é parte de uma campanha da polícia para extirpar as gangues de traficantes fortemente armados para for a das favelas da cidade, onde eles têm dominado o poder por décadas. As autoridades se comprometeram a continuar com o choque e estabilizar a segurança no Rio antes da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Os governantes estão contando com tais eventos para marcar a chegada do Brasil no hall das potências econômicas, políticas e culturais do globo. ’

Se a história se repetir, entretanto, nós provavelmente veremos um Rio de Janeiro seguro e limpo por alguns anos. Mas se você for um garoto de 19 anos em 2017, procurando por um lugar sombrio e agitado para começar uma banda, eu sugiro o Rio de Janeiro. Eu tenho certeza que muitos dos policiais já terão sumido, e mais uma vez a coisa vai pegar fogo, com certeza!

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