AFIRMO que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional. Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos.

Afirmo ser obrigação do Congresso Nacional declarar prontamente o impedimento do presidente. As provas acumuladas de seu envolvimento em crimes de responsabilidade podem ainda não bastar para assegurar sua condenação em juízo. Já são, porém, mais do que suficientes para atender ao critério constitucional do impedimento. Desde o primeiro dia de seu mandato o presidente desrespeitou as instituições republicanas. Imiscuiu-se, e deixou que seus mais próximos se imiscuíssem, em disputas e negócios privados. E comandou, com um olho fechado e outro aberto, um aparato político que trocou dinheiro por poder e poder por dinheiro e que depois tentou comprar, com a liberação de recursos orçamentários, apoio para interromper a investigação de seus abusos.

Afirmo que a aproximação do fim de seu mandato não é motivo para deixar de declarar o impedimento do presidente, dados a gravidade dos crimes de responsabilidade que ele cometeu e o perigo de que a repetição desses crimes contamine a eleição vindoura. Quem diz que só aos eleitores cabe julgar não compreende as premissas do presidencialismo e não leva a Constituição a sério.

Afirmo que descumpririam seu juramento constitucional e demonstrariam deslealdade para com a República os mandatários que, em nome de lealdade ao presidente, deixassem de exigir seu impedimento. No regime republicano a lealdade às leis se sobrepõe à lealdade aos homens.

Afirmo que o governo Lula fraudou a vontade dos brasileiros ao radicalizar o projeto que foi eleito para substituir, ameaçando a democracia com o veneno do cinismo. Ao transformar o Brasil no país continental em desenvolvimento que menos cresce, esse projeto impôs mediocridade aos que querem pujança.

Afirmo que o presidente, avesso ao trabalho e ao estudo, desatento aos negócios do Estado, fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância, mostrou-se inapto para o cargo sagrado que o povo brasileiro lhe confiou.

Afirmo que a oposição praticada pelo PSDB é impostura. Acumpliciados nos mesmos crimes e aderentes ao mesmo projeto, o PT e o PSDB são hoje as duas cabeças do mesmo monstro que sufoca o Brasil. As duas cabeças precisam ser esmagadas juntas.

Afirmo que as bases sociais do governo Lula são os rentistas, a quem se transferem os recursos pilhados do trabalho e da produção, e os desesperados, de quem se aproveitam, cruelmente, a subjugação econômica e a desinformação política. E que seu inimigo principal são as classes médias, de cuja capacidade para esclarecer a massa popular depende, mais do que nunca, o futuro da República.

Afirmo que a repetição perseverante dessas verdades em todo o país acabará por acender, nos corações dos brasileiros, uma chama que reduzirá a cinzas um sistema que hoje se julga intocável e perpétuo.

Afirmo que, nesse 15 de novembro, o dever de todos os cidadãos é negar o direito de presidir as comemorações da proclamação da República aos que corromperam e esvaziaram as instituições republicanas.

Mangabeira Unger*

 

*Mangabeira Unger de Harvard, aluno do embaixador americano no Brasil na Operação Brother Sam publicou este artigo meses antes de integrar o Governo Lula em um super-ministério (uma cadeira de lobbysta dentro do Palácio do Planalto) – a “Carta ao Povo Brasileiro” não era suficiente a Washignton e era necessária mais uma garantia. Mangabeira Unger foi esta garantia.

 

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Documentos revelam que Governo dos EUA gastaram mais de 100 milhões de dólares apenas no último ano em financiamento de separatismo em toda Amazônia.

Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID sigla em inglês) age em cooperação com a CIA em trabalhos de inteligência para desestabilização de governos não alinhados com as políticas dos EUA.

USAID é patrocinadora direta da DemocracyCentre, Avaaz e Amazon Watch, três principais ONGs fundadas por interesses norte-americanos (Rockefellers, Fundação David e Lucile Packard, Fundação Ford, George Soros só para citar alguns) que lideram campanhas internacionais em toda Amazônia, seja em Belo Monte no Brasil ou na Bolívia, Equador e Venezuela.

O principal interesse está na privatização de florestas, a expansão de combustível fóssil e em pequenos territórios  autônomos. Tudo através de (esmolas) compensações financeiras recebidas diretamente para os habitantes em troca de “emissão de carbono”.  É chamada esta política de  REDD (Redução de Emissões por Desflorestamento e Degradação).

No vídeo abaixo chefe Yawalapiti líder do Alto Xingu fala sobre a manipulação. Natureza, florestas e indígenas estão a venda?

Mais das metade da reserva mundial de lítio está na amazônia boliviana. O lítio está presente em 90% dos notebooks, 80% dos celulares, nas baterias dos carros híbridos.

 A Bolívia recentemente passou por distúrbios orquestrados para desestabilizar o governo. Morales sobreviveu aos protestos e anunciou que “O Acordo do Povo”, criado na Conferência Mundial de Mudanças Climáticas e Direitos da Mãe Terra servirá para guiar futuras decisões como estas.
Em documentos do WikiLeaks é demonstrada preocupação dos EUA em minérios raros no Brasil. Veja reportagem (ridícula) abaixo:

Documentos da ABIN (convenientemente vazados) mostram que uma das ONGs contra a usina de Belo Monte, a Xingu Vivo é financiada pela mesma Amazon Watch, (e esta por sua vez pela USAID.)

Belo Monte é um projeto megalomaníaco da Era militar e parte da política do Governo Roussef de “sub-imperialismo”, um Estado de oligopólios industriais com financiamento estatal.

Além disso Belo Monte é luta territorial. É força. Mais do que a terceira maior hidroelétrica do mundo, é símbolo de soberania nacional em uma área cobiçada pelo estrangeiro por deter as maiores riquezas do planeta Terra.

Por Gordon Duff

No mês passado um blefe conspiratório deu uma mágica revelação sobre o 11 de setembro.

Richard Clark apontou o dedo para o ex-diretor da CIA, George Tenet, declarando que a CIA “permitiu” aos sequestradores operarem livrementes no 11/09.

A lógica? Tenet e a CIA tinham planos de “usá-los” de alguma forma, talvez transformá-los em agentes duplos ou até mesmo agentes triplos. O que há de errado com este quadro?

Eu me sinto como se estivesse dando um passo atrás no tempo.

É 1963 e Lee Oswald, técnico da Marinha, espião russo, agente da CIA, pró-Castro, ativista anti-Castro, com apenas um tiro acertado no presidente Kennedy, em seis tentativas, sendo três tiros disparados por três diferentes direções, matou Kennedy e feriu o governador do Texas John Connelly, enquanto Oswald estava em uma sala de jantar lotada de testemunhas.

Não obstante o fato do rifle estar com sua mira quebrada ou Oswald ter matado um policial com um revolver cujo calibre eram diferentes da munição encontrada (a “super” pistola semi-automática Colt), o mito do “atirador solitário” ainda permanece.

Agora estamos tendo mais do mesmo com o 11/09. Posso dizer “não obstante” novamente?

Mesmo se alguém fosse acreditar que milhares de toneladas de aço vaporizados magicamente com alguns litros de querosene, a estória das “Torres Gêmeas”, o 11/09 desmoronou anos atrás, quando a própria Comissão de Investigação distanciou-se de suas próprias conclusões as taxando como “fraude”.

Então, sólidos e irrevogáveis fatos vieram, o Edifício 7 foi uma implosão controlada, algo que exige meses de preparação, mas noticiadamente feito em 20 minutos.

O outro elo fraco, o Pentágono, um ataque com mísseis: nenhuma aeronave poderia ter feito isso, já há muito provado, nenhum piloto seria capaz, nenhum avião poderia ter realizado tal manobra, não há destroços alguns em um dia e apenas alguns pedaços “novinhos” no outro.

Passado isto, desvendamos o drama do voo 93, as chamadas telefônicas, o assalto a cabine, tudo inventado, não foram feitas nenhuma ligação, tudo invenção.

Mais seriamente, a ideia de sequestradores também se desfez.  Não havia provas que eles existissem além de algumas pequenas evidências, obviamente plantadas e fortes reivindicações nunca comprovadas, nunca seguidas de provas concretas.

Não existiram sequestradores, nada de arabes armados com estiletes com treinamento “Cessna” melhor que instrutores de Top Gun. Foi tudo armado, tudo-tudo.

Após 10 anos de mentiras, de torturas, de trilhões de dólares roubados, da América no Afeganistão o maior cartel de drogas que sempre sonharam, 10 anos de contos de fadas e agora, de repente, Richard Clark, fraco, infame e “filhinho da mamãe” aponta o dedo a Geroge Tenet.

O diretor da CIA sempre foi odiado pela Casa Branca de Bush, alguém mantido nas sombras, deixado de lado por Cheney [vice de G.W.Bush] em sua “privatização”, um perfeito otário.

Com o aniversário de 10 anos, cada vez mais a mão de Israel é vista no 11/09, não apenas em websites de conspiração ou de “antisemitas”, mas de analistas.

A história “atualizada”: Israel usaria seus agentes sobre todo o território dos EUA, que estariam “fazendo sombra” aos sequestradores enquanto outros, equipe após equipe, estariam em Nova York, reconhecidamente informando os avanços dos ataques, “documentando”.

O problema aqui, todo relatório confiável vindo do “marco zero” diz que as explosões começaram ANTES dos aviões acertarem qualquer coisa, então explosão seguida de explosão. Filmagens mostram as explosões. Evidência forenses mostram explosivos. Evidências sísmicas mostram explosivos.

Então temos Richard Clarke, anos depois, falando sobre sequestradores novamente, as ligações telefônicas que nunca aconteceram, os pilotos mágicos, os aviões impossíveis.

Por que Clarke?

Normalmente, histórias como estas, histórias promovendo acobertamentos, histórias de “teoria de jogos”, vem de Julian Assange e Wikileaks. Sempre o mesmo, esmola demais o santo desconfia. Wikileaks?

Traficar complôs contra Irã e Israel usando sujeira recolhida dos EUA, não é tarefa difícil lá,  cuidadosamente “semeado” como Zbigniew Brzezinski  disse em dezembro de 2010, com informações pontuais de uma agência de inteligência.

Wikileaks é Mossad e os “amigos” do Wikileaks são “hasbara”, os ajudantes que servem as agências de inteligência de Israel.

Mas o Wikileaks deu com os burro n’águas, tão obviamente que se tornou uma piada.

Agora tudo que restou para vender a história dos sequestradores com estiletes é enfraquecer Richard Clarke, uma figura menor, no planejamento do 11/09, um “pateta” da Casa Branca apontando seu dedo para o pobre Geroge Tenet, o diretor da CIA que nunca dirigiu a CIA.

Tudo isso, é claro, este teatro barato, encobrindo Israel, encobrindo Bush, encobrindo Cheney e Rumsfeld, por Rove e Ashcroft, por Gonzales, por Mike Harari.

Usando Clarke, “Sr. Cabeça de Batata”, para vender o pobre George Tenet como mandante do crime do século, tudo que posso dizer é: Boa sorte!

O escritor Alan Moore  foi entrevistado pela  Honest Publishing  entre os diversos tópicos abordados esteve a controversa postagem em blog por Frank Miller sobre o Movimento Occupy (leia clicando aqui). Eis o trecho da entrevista:

“Bem, Frank Miller é alguém cujo trabalho eu mal olhei nos últimos 20 anos. Eu achei Sin City  um lance de misoginia ultrapassada, 300 me pareceu ser praticamente anistórico, homofóbico e completamente equivocado. Eu acho que provavelmente houve um sentimento aparentemente bastante desagradável no trabalho de Frank Miller por um bom tempo.

Já que eu não tenho nada a ver com a indústria de quadrinhos, eu não tenho nada a ver com as pessoas nela. Eu ouvi sobre os últimos desabafos [de Frank Miller] sobre o movimento Occupy. É o que eu esperava dele. Sempre me pareceu que a maior parte das pessoas no campo de quadrinhos, se tivesse que colocá-las em sua orientação política, você diria que são centro-direita. Isso seria até o extremo do espectro liberal. Eu nunca estive nesta de forma alguma, eu nem sei se eu sou de centro-esquerda. Eu fui sincero sobre isso desde o início da minha carreira. Então sim, eu acho que seria justo dizer que eu e Frank Miller temos pontos de vista diametralmente opostos sobre todos os tipos de coisas e certamente sobre o movimento Occupy.

Não imagino um motivo de a população ter que ficar parada ao ver uma redução brusca nos padrões de vida, possivelmente por algumas gerações, enquanto as pessoas que causaram isso estão sendo recompensadas. Elas não estão sendo punidas, pois são grandes demais para falhar. Acho que o movimento Ocuppy é, de certa forma,as pessoas dizendo que elas deveriam ser aqueles a decidir quem é grande demais. É um grito de indignação moral completamente justificado e parece estar sendo conduzido de maneira inteligente e não violenta. Essa é, provavelmente, outra razão pela qual Frank Miller não está satisfeito. Tenho certeza que, se fossem um grupo de jovens vigilantes sociopatas, com a máscara do Batman em seus rostos, ele estaria a favor. Definitivamente, temos que concordar em discordar nesse caso.”

(…)

“Acredito que a necessidade é de uma solução radical, com isso quero dizer desde as raízes. Todo o nosso pensamento político me parece ser baseado em preceitos medievais. Estas coisas,  já não tem funcionado particularmente bem a quinhentos ou seiscentos anos atrás.  Suas formas ligeiramente modificadas não são nada adequadas a rápida mudança territorial do século XXI.

Precisamos rever a maneira com que pensamos sobre o dinheiro, precisamos rever a forma que pensamos sobre quem está comandando o show. Como um anarquista, acredito que o poder deve ser dado ao povo, às pessoas cujas vidas estão realmente sendo afetadas. Não é mais bom o suficiente ter um grupo de pessoas que controlam nossos destinos. A única razão deles terem o poder é porque eles controlam a moeda. Eles não têm autoridade moral e, de fato, eles demonstram o oposto de autoridade moral. “

Alan Moore

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ANARQUIA

ANARQUIA

Publicado: novembro 26, 2011 em Mundo
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Todo mundo tem sido politicamente educado demais sobre este verdadeiro nonsense:

O movimento “Occupy”, seja ocorrendo em Wall Street ou nas ruas de Oakland (do qual foi, com indizível covardia, abraçado) é nada mais nada menos que um bando de paspalhos, ladrões, e  estupradores, uma máfia indisciplinada, alimentada pela nostalgia da Era Woodstock de putrida e falsa justiça. Estes palhaços não servem para nada a não ser ferrar com a América.

O “Occupy”  é apenas uma desajeitada, pobremente expressa tentativa de anarquia, digerida como um “movimento”, HAH! De “movimento” só se for “intestinal” – é só  mais daquele discurso feio démodé de crianças mimadas empunhando um monte de iPhones, iPads e que deveriam parar de entrar no meio do caminho do povo que trabalha e encontrar um emprego de verdade para elas mesmas.

Isso não é uma revolta popular. Isso é lixo. E deus lá sabe que eles estão despejando seu lixo – tão político quanto físico – de todo jeito que podem.

Acordem, amebas! A América está em guerra contra um implacável inimigo.

Talvez, entre indas e vindas entre auto-comiseração e narcisismo extremo dentro de seus casulos, vocês  tenham ouvido falar de termos como al-Qaeda e Islamicismo.

E este meu inimigo – não o de vocês, aparentemente – deve estar dando uma sombria risada , se não uma estrondosa gargalhada – do seu vã, infantil, auto-destrutivo espetáculo.

Em nome da decência, vão para casa de seus pais, seus bandos de losers. Vão pro porão da casa das suas mamãezinhas e joguem seus World of Warcraft.

Ou melhor ainda, se alistem na parada real. Talvez os militares possam botar alguns de vocês na linha.

Eles talvez não permitam que vocês bebês fiquem com seus iPhones, no entanto. Tentem marchar soldados!

Idiotas!

Frank  Miller

ATUALIZAÇÃO vídeo inacreditável de ação de um psicopolicial em manifestação em universidade americana da Califórnia

 

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Publicado: novembro 25, 2011 em Brasil
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Por Duff Mckagan

da ESPN.com

Eu gostaria de iluminar vocês todos com uma história com a qual eu me deparei na semana passada no Rio de Janeiro… e que tem muito a ver com esportes.

Seja você o fã de esportes que só enxerga os EUA como eu mesmo ou tem uma visão mais global de seu envolvimento como fã, eu acho que todos nós podemos concordar que quando chega a Copa do Mundo a cada quatro anos, todos nós prestamos atenção ao futebol. Se sua atenção não é muito despertada pelo esporte, então com certeza um pouco de orgulho nacional ou curiosidade em relação às notícias loucas e bizarras e os eventos que ocorrem em tal ocasião com certeza lhe chamarão a atenção – por exemplo, como apenas um país concentrou tantas prostitutas quando a Copa do Mundo de 2006 foi na Alemanha?

A próxima Copa do Mundo (2014) será no Brasil, e as maiores cidades, São Paulo e Rio de Janeiro têm os maiores estádios, e, portanto, serão o palco do mundo.

Nota pessoal: em idos de setembro de 1984, eu me mudei de Seattle pra Los Angeles. A data é importante somente porque a Olimpíada tinha acabado de acontecer em LA e os esforços pra limpar a sujeira e o crime daquela cidade para os Jogos pararam de ser lucrativos uma vez que os turistas saíram da cidade. Muitos dos policiais sumiram também, e quando eu cheguei a Hollywood, a cidade era mais uma vez um antro de vício, crime e gangues. Por mim tudo bem, porque eu era, porra, eu só tinha 19 anos e estava afim da aventura.

Praqueles que conhecem o Rio, vocês também devem saber das enormes favelas sem lei que brotam na lateral de um morro íngreme, parando não muito longe das praias de areias brancas como açúcar. Ela também é chamada de Rocinha e é notoriamente administrada por cartéis de traficantes ‘autogovernados’.

A cidade do Rio, por si própria, será a anfitriã dos jogos Olímpicos de 2016, e com toda essa grana entrando num país como o Brasil, que é uma das economias mais pragmáticas e que mais cresce no mundo atualmente, parecia que era chegada a hora do poder público tentasse mandar uma ‘Limpeza Olímpica à La 1984’ ou algo do tipo.

Para ser mais sucinto, eu achei essa pequena nota da (agência de notícias) Reuters no jornal local:

‘Tropas de Elite da polícia apoiadas por veículos militares e helicópteros invadiram a maior favela do Rio antes do amanhecer de Domingo, a mais ambiciosa operação já realizada em uma ofensiva que visa trazer segurança à cidade litorânea há muito conhecida pela violência. A ação na Rocinha é parte de uma campanha da polícia para extirpar as gangues de traficantes fortemente armados para for a das favelas da cidade, onde eles têm dominado o poder por décadas. As autoridades se comprometeram a continuar com o choque e estabilizar a segurança no Rio antes da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Os governantes estão contando com tais eventos para marcar a chegada do Brasil no hall das potências econômicas, políticas e culturais do globo. ’

Se a história se repetir, entretanto, nós provavelmente veremos um Rio de Janeiro seguro e limpo por alguns anos. Mas se você for um garoto de 19 anos em 2017, procurando por um lugar sombrio e agitado para começar uma banda, eu sugiro o Rio de Janeiro. Eu tenho certeza que muitos dos policiais já terão sumido, e mais uma vez a coisa vai pegar fogo, com certeza!

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Publicado: setembro 20, 2011 em Mundo
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Acordos clandestinos com regime de Kadafi constrangem CIA e MI6

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Os serviços de inteligência dos Estados Unidos e do Reino Unido colaboraram ativamente com Kadafi ao enviar suspeitos líbios para serem interrogados pela polícia secreta do ditador. Prática da tortura era conhecida.

Os documentos, descobertos por membros do governo de transição na Líbia e pesquisadores do Human Rights Watch durante uma varredura nos prédios oficiais líbios, mostram que ambos os serviços ocidentais de inteligência desenvolveram relações bastante estreitas com Kadafi. Essa cooperação acontecia, inclusive, antes de o ex-líder líbio ser reabilitado junto à comunidade internacional em 2004, quando prometeu ajudar o Ocidente na guerra contra o terrorismo e renunciar às armas nucleares.

As informações também mostram que a CIA usava a Líbia como local de “rendições especiais” desde 2002. Essa política norte-americana de “rendição” consiste em enviar supostos terroristas a outros países para interrogatórios. Os arquivos indicam que os Estados Unidos não só enviaram suspeitos à Líbia para serem ouvidos pela polícia secreta de Kadafi, mas também mandaram as perguntas a serem feitas.

“Depois do 9 de Setembro, a CIA parece que se envolveu em vários países do Norte da África com treinamento de forças e fornecimento de pequenas armas com a desculpa de parar a Al Qaeda e o terrorismo”, analisa Patrícia DeGennaro, professora de Segurança Internacional na Universidade de Nova York.

Segundo a pesquisadora, sabia-se da existência de campos de rendição em diversos países, inclusive no Marrocos. “Já que a Líbia estava isolada e despertava pouca atenção internacional, era fácil para a CIA usar essa localidade e não ser descoberta”, adiciona DeGennaro. “Ninguém no cenário internacional levou Kadafi a sério, então era pouco provável que alguém o questionasse sobre esses locais de rendições.”

A cooperação era tão profunda que o governo de George W. Bush considerou estabelecer “uma presença permanente” na Líbia, possivelmente uma prisão secreta administrada pela CIA ou um escritório clandestino da agência, onde suspeitos de terrorismo poderiam ficar presos e serem interrogados. Documentos mostram que essa “presença” foi especificada em 2004, depois do fim do isolamento diplomático de Kadafi.

Participação da CIA

Uma carta enviada pela CIA ao serviço de inteligência líbio, de 15 de abril de 2004, cita “o desenvolvimento de acordos recentes” entre os Estados Unidos e Líbia e pede aos líbios que “levem em consideração os requisitos norte-americanos para interrogatório” em relação a um suspeito terrorista não identificado. A correspondência também pede que os líbios “garantam que os direitos humanos do suspeito sejam protegidos” enquanto ele estiver detido.

Os documentos mostram que oito prisioneiros, no total, foram capturados e transportados em voos de “rendição” de volta para a Líbia entre 2004 e 2007, apesar de a cooperação entre Estados Unidos e Líbia ter continuado até 2009 – segundo informações vazadas pelo WikiLeaks. Ainda segundo as informações, senadores como John McCain e Joe Liebermann encontraram-se com Kadafi para assegurar ao ditador que os “Estados Unidos queriam fornecer à Líbia os equipamentos necessários para sua segurança.”

“Os Estados Unidos abandonaram essa relação com Kadafi quando o presidente Barack Obama assumiu”, diz DeGennaro.”Naquela época, Obama era contra esse ideia de rendição e pretendia fechar Guantánamo e acabar com a reputação de país que fazia uso da tortura, adquirida por meio de prisões clandestinas e detenções ilegais.”

Antes dessa mudança na administração, no entanto, a CIA consolidou sua presença e expandiu suas atividades na Líbia. Em outro documento de 2004, a agência norte-americana pede que o serviço de inteligência líbio permita que seus agentes questionem diversos cientistas iraquianos que viviam no país africano, numa tentativa de descobrir o destino das supostas armas de destruição em massa do Iraque. Outros dados mostram a crescente preocupação dos Estados Unidos com uma suposta célula “operacional” terrorista na Líbia, suspeita de manter contato com membros da Al Qaeda no Iraque.

O principal contato entre CIA e Líbia neste período de intensa cooperação parece ser Mussa Kussa, então chefe de inteligência e o principal suspeito de ter coordenado as atividades terroristas apoiadas pela Líbia nos anos de 1980.

Kussa, que deixou o governo de Kadafi em março último, aparece nos documentos como o principal aliado de Stephen Kappes, o segundo na hierarquia do serviço clandestino da CIA, e como negociador-chave do acordo nuclear de 2004 com a Líbia. Kussa também parece ter cultivado relações significativas com membros do serviço de inteligência britânico.

Acordo com MI5

Alguns documentos mostram que o serviço de segurança interno inglês, o MI5, negociou informações com cidadãos líbios opositores a Kadafi baseados no Reino Unido em troca de revelações feitas por terroristas suspeitos que estavam sendo questionados na Líbia sob a condição de “rendição extraordinária”.

Os ingleses conheciam bem a reputação da Líbia de torturar seus prisioneiros, mas pareciam não se preocupar com as práticas usadas para extrair informações que eles recebiam, o que sugere cumplicidade do Reino Unido.

O MI6, serviço britânico de inteligência externa, segundo os documentos, trabalhou com a CIA na entrega de terroristas suspeitos à Líbia, incluindo o comandante de segurança dos rebeldes líbios em Trípoli, Abdul Hakim Belhaj. Ele era um membro dissidente de liderança no LIFG, grupo armado islâmico líbio, e considera processar os governos norte-americano e inglês pelo suposto tratamento brutal. A LIFG é uma organização listada como grupo terrorista pelos Estados Unidos que teria ligações com a Al Qaeda.

Um documento registra uma conversa entre um oficial sênior do MI6 e um homólogo líbio, na qual o agente inglês elogia a maneira como os espiões do serviço britânico informaram ao serviço de inteligência norte-americano e líbio sobre os disfarces de Belhaj, o que possibilitou sua prisão em Bangkok, em 6 de março de 2004.

Belhaj alega que foi torturado pela CIA e que recebeu injeções de soro da verdade antes de ser colocado no voo de volta a Trípoli para um interrogatório, onde ele diz que foi primeiro interrogado pelo MI6 e, depois, passou a ficar sob custódia da Líbia.

“O MI6 estava buscando acesso aos detentos associados ao movimento jihadista na Líbia, na tentativa de obter informações sobre, primeiramente, suspeitos terroristas líbios conhecidos e, em segundo lugar, suspeitos terroristas de outras nacionalidades com os quais os líbios pudessem ter tido contato no Sudão, Argélia ou Afeganistão”, comenta Alia Brahimi, especialista em Oriente Médio e autor.

Em outra revelação embaraçosa para o Reino Unido, Saadi e Khamis Kadafi, filhos do ex-ditador, são convidados a visitar a sede do Serviço Aéreo Especial (SAS, do inglês), importante regimento das Forças Armadas inglesas, além do serviço homólogo da Marinha, SBS, em julho de 2006. Apesar do convite, a visita nunca aconteceu.

Os dois filhos de Kadafi iriam se encontrar com oficiais do alto escalão britânico durante a visita e havia conversas agendadas com representantes dos maiores fabricantes ingleses de armas durante a passagem deles pelo Reino Unido.

Tortura

Os documentos reveladores vêm à tona num momento em que os serviços de segurança britânicos estão sob crescente escrutínio, diante de uma investigação sobre o papel do Reino Unido em rendições forçadas e o conhecimento dos serviços de segurança sobre a prática da tortura e maus tratos a suspeitos de terrorismo.

O chamado inquérito Gibson, criado pelo juiz inglês Peter Gibson, anunciou que irá “considerar como parte do trabalho acusações de envolvimento do Reino Unido em entregas de suspeitos à Líbia” e que tem o apoio do primeiro-ministro, David Cameron. O líder britânico congratulou uma investigação mais ampla sobre as denúncias “significativas” de que o MI6 e MI5 teriam “se aproximado demais” da Líbia.

“O que essas organizações de inteligência fizeram foi ilegal e desumano. David Cameron está certo de começar uma investigação, o governo Obama e o Congresso norte-americano não deveriam hesitar em seguir esse exemplo”, comenta DeGennaro.

A especialista acredita que, “infelizmente, isso traria implicações para membros do Congresso e à antiga administração”, no caso dos Estados Unidos. “Senadores poderosos como John McCain, que provavelmente sabiam muito bem o que estava acontecendo, nunca permitiriam que uma investigação do tipo fosse feita”, conclui DeGennaro.

Autor do texto: Nick Amies
Revisão: Roselaine Wandscheer

Greves. Protestos de estudantes. Passeatas. Marchas. Distúrbios. Quebra-quebras. Surgem novas opções quase “não-letais” para persuadir uma multidão furiosa.

da AlterNet

1. O Raio Invisível da Dor: o Santo Graal do Contole de Multidões

Chamado ‘Sistema de Negação Ativa‘ é desenvolvido pelos militares americanos. Funciona lançando um raio eletromagnático na forma de ondas de alta frequência. Que nem um microondas que esquenta as moléculas de água na sua cozinha, esta aqui esquenta o sangue e frita até cérebros de multidões. Segundo portavoz dos militares: “No primeiro microsegundo, vc sente como se sua pele estivesse esquentando. Então se torna cada vez mais quente e você se sente como se estivesse em chamas… enquanto estiver no raio de ação das ondas.”
2. O Laser Atordoante
Chamado de “Travador Pessoal de Resposta Estimulada” (ou algo desse tipo), na sigla em inglês PHaSR é um tiro laser massivo. Tecnologia desenvolvida pela Junta de Armas Não-Letais  (JANL). Como funciona? Este laser não irá te matar, mas te deixará temporariamente cego. Multiplique por um milhão aqueles pequenos lasers que nos estádios de futebol brasileiros costumam usar no juiz e voilá, este é o PHaSR.
3. Uma ‘Doze’ Taser 
Taser produz a já conhecida pistola elétrica ou arma de mão para atordoar. A Guarda Municipal do Rio de Janeiro já está equipada com os ‘tasers’. Este aqui é o mesmo princípio mas um pouco diferente. Ao contrário de uma arma de mão, esta é uma DOZE. Um taser que tomou anabolisantes.

4. Calmante Controlador de Multidão

Apesar da Convenção de Armas Químicas de 1997 proibir o uso de agentes químicos, a JNLWP sempre considera o uso de  ’calmantes’ tanto em uso militar como o de disperção de multidões. São desenvolvidos em diversas formas e estas armas não-letais podem ser administradas como spray, dardos ou bombas.

5. Microondas Racha-Cucas

Ainda em processo de desenvolvimento está a Mob Excess Deterrent Using Audio (ou melhor, M.E.D.U.S.A. da mitologia grega) que utiliza um estridente raio microondas que induz desconforto no crânio. O efeito no som do MEDUSA é alto o suficiente para incapacitar uma multidão. Pode até mesmo causar danos cerebrais. Como todas as outras armas, não é nada “não-letal”.

6. Sirene Explode-Ouvido

O Dispositivo Acústico de Longo Alcance construído pela American Technology Corporation funciona como uma sirene com um som absurdamente alto por centenas de kms e já foi usado nos protestos da reunião do G-20 em 2009. Primeiro usam como megafone para que acabem os protestos. Em caso de negativa, uma sirene “explode” os ouvidos dos manifestantes. E sim, pode danificar permanentemente os ouvidos. Em Israel existe o similar chamado Gerador de Trovão (Thunder Generator) que segundo relatos poderia causar até mesmo a morte.

A Vingança de Nikola Tesla

Publicado: agosto 16, 2011 em Uncategorized

Do The Economist

Transporte: O esforço da indústria automobilísticas para reduzir sua dependência de elementos raros levou a um revival de um tipo antiquado de motor elétrico

Baratos, pequenos e poderosos, motores e geradores de energia com ímãs permanentes viabilizaram turbinas de vento e veículos elétricos. Em eficiência, economia energética e autonomia já fazem  carros elétricos como o Tesla Roadster superarem os convencionais. O nome do carro é homenagem ao grande (e pouco conhecido) inventor.

 

Motor Diferente

 Mais baratos, menores e mais poderosos que os motores eletromagnéticos, motores com ímãs-magnéticos tornaram modernas turbinas de vento, solar e veículos elétricos viáveis. O metal Neodímio é o ingrediente chave para  super-ímãs permanentemente magnéticos. De símbolo químico Nd e de número atômico 60, o Neodímio é um terra-rara e divide atenção de países industriais com outros elementos, como o Nióbio. Abaixo vídeo-reportagem-supérfulo sobre interesse americano estratégico em riquezas brasileiras:

 

Sem caixa de câmbio

Entretanto a última grande construtora automobilística a buscar uma alternativa ao uso de terra-raras é a Toyota.  A maior montadora do mundo relatou ter encontrado uma solução para não usar o neodímio com o ‘Motor de Indução de Corrente Alternada’  (AC). Patenteado por Nikola Tesla em 1888, a incrível potência do motor de indução elimina a necessidade de uma caixa de câmbio convencional. O resultado é um motor mais leve, compacto e eficiente.

Satiagraha Leaks

Publicado: agosto 11, 2011 em Brasil, Política
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 ”A verdade é uma terra sem caminho

Krishnamurti

A Operação Satiagraha pode ser acessada em sua íntegra nestes links:

http://satiagrahaleaks.org/

http://ec2-184-73-118-201.compute-1.amazonaws.com/

http://lulzsecbrazil.org/policia-federal/

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